✒ Escrito por humanoTabu · 11 minConto #117

O Noivo Safado e o Doutor Marrento: Segredo de Macho

por Apolo98

analgay

*O cliente atrevido e o advogado marrento*

Marcos, 35 anos, loiro, alto, sedutor e atrevido, contratou o escritório de advocacia de Paulo Henrique (PH), de 24 anos, para defender seu bistrô e cafeteria em um processo trabalhista. Noivo e decidido a constituir família, dizia amar a futura esposa, mas não conseguia esconder a atração pelo advogado.

Ruivo, cacheado, sardento e baixinho, PH era marrento, respondão e orgulhoso da própria masculinidade. Namorava Mia, uma mulher preta, linda e marcante, por quem era apaixonado, e insistia que nenhuma aventura mudaria sua vida.

— Você é sempre bonito assim ou faz isso para distrair seus clientes? — Marcos provocou durante uma reunião.

— Você sempre dá em cima do advogado ou está querendo perder o processo? — PH rebateu.

— Gosto de homem que sabe responder.

— Então admire de longe. Sou comprometido.

Marcos não desistiu. A cada encontro, aumentava as provocações, até resolver falar sem rodeios:

— PH, vou me casar, amo minha noiva e quero constituir família. Mas também quero você. Não estou pedindo namoro, só uma oportunidade de viver essa vontade.

PH cruzou os braços.

— Você quer casamento, família e ainda arrumar confusão com o advogado?

— Só se você também quiser.

O advogado tentou manter a pose, mas a insistência atrevida de Marcos começava a mexer com ele.

*O acordo secreto*

Depois de muita insistência, PH aceitou passar um fim de semana na casa de campo de Marcos, impondo uma condição: sigilo absoluto.

— Escuta bem: namoro a Mia, amo minha mulher e quero continuar com ela. Não estou procurando namorado nem pretendo mudar minha vida por causa dessa aventura.

— Entendi, doutor.

— E tem mais: nada de mensagens comprometedoras, cobranças, ciúmes ou fofocas. Sou macho, gosto de mulher e não quero discutir rótulos. Se você quer se entregar a mim, desde que seja vontade dos dois, não tenho problema nenhum.

Marcos sorriu, atrevido.

— É justamente essa sua marra que me deixa louco.

— Então aprenda a conviver com ela. E sou eu quem estabelece as regras.

— Combinado.

Nenhum dos dois prometeu romance ou futuro. Marcos manteria seus planos de casamento, e PH pretendia preservar seu relacionamento com Mia. O combinado parecia simples: viver aquela aventura sem comprometer a vida que cada um havia escolhido.

O problema era que o desejo nem sempre respeitava as regras.

*Na casa de campo*

A viagem foi marcada por provocações e olhares demorados.

— Está nervoso, doutor? — Marcos perguntou ao estacionar.

— Nervoso por quê? Você se acha quem?

— O homem que conseguiu trazer você para cá.

— Aceitei porque quis. Não se ache tão importante.

— Claro. E eu sou o Papa!

PH caiu na gargalhada.

— Você é um idiota!

— Mas um idiota que você beijaria.

Dessa vez, PH não respondeu. Aproximou-se e beijou Marcos, que correspondeu imediatamente.

— Nem pense em se gabar disso — advertiu o advogado.

— Tarde demais. Vou guardar esse momento para sempre.

— Guarde para você. Esse é o combinado.

Mais tarde, quando a aproximação ficou mais intensa, PH interrompeu as carícias.

— Merda, Marcos! Eu amo a Mia.

— Eu também amo minha noiva e vou me casar com ela.

— Então que porra estamos fazendo?

— Uma escolha que fizemos juntos. Mas, se quiser parar, nós paramos.

PH ficou em silêncio por alguns instantes. Sabia que havia cruzado uma linha por vontade própria. Queria continuar com Mia e preservar sua imagem de homem independente, mas também não podia negar a atração que sentia pelo loiro.

Marcos, por sua vez, não pretendia pressioná-lo. Queria aquela experiência, mas entendia que ambos precisavam estar de acordo.

* A primeira vez de Marcos com PH*

Na intimidade do quarto, Marcos voltou a provocar:

— Quero ver se essa sua marra continua quando ficarmos sozinhos.

PH o puxou pela cintura e o beijou.

— Você adora me desafiar, loiro!

Entre beijos e carícias, Marcos revelou algo inesperado: apesar dos 35 anos, nunca havia vivido uma experiência íntima com outro homem. Queria que PH fosse o primeiro e confiava nele.

— Tem certeza, Marcos? — perguntou o advogado.

— Tenho. Quero você. E não vou voltar atrás.

Marcos encarou PH com um sorriso atrevido e foi ainda mais direto:

— Chega de rodeios, doutor. Quero viver essa experiência com você. Sei que você tem seus 19 centímetros e essa marra toda, mas não estou brincando. Quero você todo dentro de mim e confio em você. Nem pense em fugir agora, seu ruivinho convencido!

PH arqueou a sobrancelha, surpreso.

— Porra, Marcos, você não tem vergonha nenhuma!

— Vergonha? Só de admitir que estou ficando cada vez mais louco por você!

Por alguns instantes, PH esqueceu Mia, o casamento de Marcos e as regras que havia estabelecido. Deixou a arrogância de lado e correspondeu ao desejo de Marcos. A intensidade daquele encontro emocionou Marcos profundamente. Tomado pela emoção de se entregar pela primeira vez a um homem, chegou às lágrimas. PH o acolheu, surpreso com a vulnerabilidade daquele loiro tão atrevido.

Depois, resolveram tomar cerveja. Entre uma conversa e outra, algumas latinhas foram esvaziadas, e o clima ficou mais descontraído.

PH decidiu tomar banho. Ao voltar, apareceu enrolado em uma toalha, sentou-se ao lado de Marcos no sofá e, com sua habitual marra, deixou a toalha se abrir, provocando uma reação imediata no loiro.

— PH, tu és sempre assim? — perguntou Marcos, ainda surpreso.

Para meu espanto, aquele advogado baixinho tinha um pau muito maior e mais grosso que o meu. Não consegui disfarçar a surpresa diante daquela visão e, tomado pela curiosidade, comecei a acariciá-lo. Era a primeira vez que segurava um pau que não fosse o meu. Estava bem duro, mas tinha a pele surpreendentemente suave e cheirosa.

PH percebeu meu espanto e abriu aquele sorriso marrento de sempre.

— Que foi, Marcos? Nunca viu um baixinho surpreender alguém?

— Confesso que não desse jeito — respondi, sem conseguir esconder meu fascínio.

Não resisti ao pedido de PH para chupá-lo, acabei cedendo à tentação, segurei seu pau e o puxei para a cama, PH, muito experiente, tomou a iniciativa, tirou minha roupa, colocou-me deitado de barriga para baixo e começou a massagear minha bunda, dizendo, com seu habitual ar convencido, que era uma delícia.

Naquele momento, comecei a sentir sensações absolutamente novas para mim. PH dedicou bastante tempo às carícias, meteu a língua em meu cu, me fodendo com sua língua, enquanto eu me deixava levar por aquela experiência desconhecida. Aos poucos, a curiosidade foi vencendo o nervosismo.

Quando ele pegou o lubrificante na gaveta ao lado da cama, percebi que estávamos prestes a dar um passo importante. Eu não sabia exatamente como reagiria, e a apreensão se misturava à expectativa. PH percebeu minha hesitação e avançou com cautela, respeitando meu ritmo e esperando que eu me sentisse mais confortável, começou pincelando a cabeça de seu pau na entrada de meu cu, eu me arrepiava todo e tremia, num misto de desejos e medo.

Aos poucos, fui relaxando e confiando nele. Mesmo com algum desconforto inicial, PH manteve a calma, sem apressar as coisas e foi empurrando, quando a cabeça de seu pau que parece um cogumelo passou pelo anel de meu cu, dei um grito, ele abafou colocando as mãos em minha boca. Depois, mudou nossa posição, me colocou de ladinho e meteu a rola em mim novamente, doía, mais o prazer era maior e começou a intensidade das metidas de sua pica em meu cu.

PH me colocou de quatro, foi nesse momento que perdi completamente a noção do tempo. As sensações eram tão novas e intensas que mal conseguia pensar em outra coisa. Queria que aquele instante durasse horas, PH me jogou na cama, abriu minhas pernas me colocando de frango assado e meteu a rola, no meu cu olhando nos meus olhos. Quando PH avisou que estava prestes a gozar, fui tomado pela mesma intensidade e, quase ao mesmo tempo que ele, também cheguei ao meu, PH, derramou vários jatos de porra dentro do meu cu, arrancou a pica de meu cu e disse, agora mama novamente vou te nutrir com meu leite, comecei a chupar aquele pauzão e ele derramou mais sete jatos de porra na minha boca e me fez engolir tudo.

Por alguns segundos, fiquei sem palavras, tentando compreender tudo o que acabara de acontecer. Aquele encontro havia sido muito mais intenso do que eu imaginara. E o homem que eu julgava conhecer tão bem começava a despertar sentimentos que nenhum de nós havia previsto.

***Quando o desejo ameaça o acordo***

Mais tarde, abraçado a PH, Marcos confessou:

— Estou ferrado. Não vou conseguir parar de pensar em você.

— Não começa, noivo! Eu namoro a Mia e não prometi relacionamento nenhum.

— Eu sei, doutor. Mas você se tornou inesquecível.

PH tentou responder com deboche, mas seu sorriso o traiu.

— Não confunda intimidade com promessa — insistiu. — Você vai se casar e constituir sua família. Eu vou continuar com a Mia.

Marcos assentiu, embora percebesse que estava cada vez mais envolvido.

— E você vai continuar bancando o macho invencível? — provocou.

PH se levantou, ajeitando a camiseta.

— Vou continuar sendo eu. Marrento, respondão e sem paciência para homem atrevido.

— Mesmo quando esse homem é justamente quem você quer beijar?

PH aproximou-se, sorrindo de canto.

— Você faz perguntas demais para alguém que deveria estar preocupado com o próprio casamento!

Marcos caiu na gargalhada, mas, por dentro, já sabia que aquela aventura significava mais do que imaginara.

O advogado, apesar de toda a pose, também começava a perceber que Marcos havia mexido com ele. Ainda assim, não estava disposto a admitir isso em voz alta.

O acordo permanecia o mesmo: Marcos se casaria e constituiria sua família; PH continuaria com Mia. Tudo deveria ficar em segredo. Nenhum dos dois prometera mudar de vida por causa daquela aventura.

O problema era que, depois daquela entrega, desejo, orgulho e sentimentos começavam a se misturar de um jeito que nenhum dos dois conseguia controlar completamente.

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