✒ Escrito por humanoTabu · 11 minConto #118

Menino Trabalhador Gostosinho

por Apolo98

héteroanalgay

Sou Pavlo, de origem ucraniana, mas nascido no Brasil. Tenho 29 anos, pele clara, olhos castanhos e cabelos negros, lisos, cortados bem curtos no estilo militar, o que dá ao meu rosto um ar sério e marcante. Meço 1,75 m, peso 75 kg e tenho um corpo proporcional, de aparência firme e atraente, sem ser propriamente musculoso ou sarado. E, para completar o conjunto, carrego um dote de respeitáveis 21 centímetros, um detalhe que costuma despertar curiosidade quando vem à tona. Sou engenheiro, dedicado à minha profissão, e jamais imaginei que um compromisso de trabalho pudesse dar início a uma história tão inesperada quanto a que estou prestes a contar.

Há cerca de dois meses, fui transferido pela empresa para uma pequena cidade do interior paulista, com aproximadamente 30 mil habitantes, onde minha rotina mudou completamente e eu estava longe de imaginar as surpresas que aquele lugar reservava para mim.

Procurei algumas casas para alugar e gostei bastante de uma. O proprietário, porém, fez uma proposta de venda. Conversa vai, conversa vem, acabamos negociando e comprei o imóvel.

Era uma casa pequena, mas bastante aconchegante e confortável, com dois quartos, sala, cozinha, lavanderia, garagem e uma piscina nos fundos.

Depois de fazer a mudança e me instalar, comecei a me adaptar à nova rotina. Algumas semanas se passaram até que percebi que a grama do quintal estava crescendo demais. Foi então que perguntei à senhora responsável pela limpeza da casa se ela conhecia alguém de confiança que pudesse cuidar do jardim e cortar a grama.

— Conheço, sim, senhor. É meu filho. Tem algum problema?

— Nenhum. Quando ele pode vir?

— Ele tem 18 anos, estuda e só pode trabalhar aos sábados — explicou a senhora.

— Então diga a ele que o espero no sábado, às oito da manhã. Pago cinquenta reais pelo serviço.

No sábado, poucos minutos antes das oito, a campainha tocou. Abri o portão e encontrei Davi, o rapaz de 18 anos que viria cortar a grama. Tinha cerca de 1,65 m, era magro, de pele clara bronzeada pelo sol e cabelos muito cacheados. Vestia calça de tactel e camiseta de time, com um jeito simples e uma timidez que me despertou curiosidade.

Aproximei-me e estendi a mão.

— Pode me chamar de Pavlo. Esse negócio de senhor me envelhece — brinquei.

— Tá bom, Pavlo — respondeu, sorrindo.

Gostei da maneira como disse meu nome. Convidei-o a conhecer o quintal e caminhei ao seu lado, aproveitando para puxar conversa. Aos poucos, Davi foi perdendo a timidez, e suas respostas ganharam certa ousadia. Troquei com ele algumas provocações, observando aquele sorriso que aparecia sempre que eu o surpreendia com uma brincadeira.

Confesso que gostei daquela proximidade. Eu o havia contratado para cortar a grama, mas, antes mesmo de ele pegar nas ferramentas, já estava curioso para descobrir o que mais se escondia por trás daqueles cachos rebeldes e daquele jeito aparentemente inocente.

Expliquei o serviço, e Davi pegou as ferramentas. Enquanto ele trabalhava, tomei banho, preparei o café e o chamei para comer. Durante a conversa, mencionei que precisava lavar o carro.

— Deixa comigo, Pavlo. Faço isso também — ofereceu, insistente.

Ri daquele jeito espontâneo.

— Não quero você morto de cansaço, rapaz.

— Aguento mais do que parece — respondeu, com um sorriso atrevido que me fez erguer uma sobrancelha.

Às treze horas, Davi havia deixado tudo impecável: grama aparada, interior aspirado, pneus lustrosos e lataria encerada. O danado tinha caprichado em cada detalhe. Olhei para o carro, depois para ele, suado e satisfeito com o serviço.

— Pronto, doutor! Serviço concluído — anunciou Davi, orgulhoso.

— Caprichou, hein? Agora vá tomar um banho e almoce antes de ir embora. Vou separar uma toalha e umas roupas limpas para você.

Mostrei-lhe o banheiro e fui buscar as coisas, imaginando se aquele sábado ainda me reservaria alguma surpresa.

Entrei no banheiro e flagrei Davi com uma bundinha lida a mostra, que tentou cobrir-se às pressas. Sorri, malicioso:

— Relaxa, rapaz, somos machos!

Ele me lançou um olhar de canto, como quem não engolia a provocação tão facilmente. Pouco depois, apareceu na sala com meu calção e minha camiseta, ambos folgados nele, mas com um sorriso que parecia prometer novas provocações.

Depois, na sala, flagrei Davi de olho no videogame e provoquei:

— Gosta de jogos ou só fica olhando?

Os olhos dele brilharam.

— O senhor me deixa jogar um pouquinho?

— Depende do seu comportamento — respondi, com um sorriso malicioso, enquanto ele me olhava, já desconfiado de que eu gostava de provocá-lo.

Ri e liberei o videogame. Atraído por Davi, provoquei:

— Mas, sendo sábado, você não vai querer sair pra namorar?

— Tenho namorada, não, doutor? — respondeu, rindo.

Pensei em ganhar sua confiança e descobrir até onde ia aquela mistura de timidez e atrevimento. Então, lancei outra provocação:

— Vou pro quarto assistir a um vídeo. Se precisar de alguma coisa, é só bater.

Meia hora depois, Davi apareceu à porta, com um sorriso sem jeito:

— Licença, Pavlo… não quero incomodar, mas tô com sede. Arruma um copo d’água pra mim?

Sorri, desconfiado daquela visita inesperada.

— Entra, rapaz. Aqui ninguém precisa pedir licença pra tanta coisa.

Eu estava assistindo propositalmente a um filme pornô e usando só uma cueca. Tenho frigobar no quarto. Peguei uma garrafa de água e entreguei pra ele. Enquanto bebia a água, não tirava os olhos do vídeo. Meu pau estava tão duro que babava e molhava a cueca.

Ele agradece pela água e diz que ia jogar mais um pouco.

— Se quiser matar a curiosidade, senta aí e assiste comigo — provoquei, sorrindo de lado. Davi hesitou por um instante, olhou para a tela e depois para mim, esboçando um sorriso sem jeito.

— O senhor não presta, hein, Pavlo? — respondeu, divertido, sem esconder a curiosidade.

Ele se senta na beira da cama. Começo a mexer minha rola e, olhando de canto, percebo que a dele também está durona. Tiro meu pau para fora e começo uma punheta bem de leve.

Ele se espanta, mas digo, com malícia, que é normal dois machos assistirem pornô juntos e baterem punheta.

— É mesmo, doutor? — perguntou Davi, vermelho de vergonha.

— É, sim. Vamos bater uma juntos — provoquei. Ao perceber sua reação, aproximei a mão de seu pau, deixando-o ainda mais espantado.

Tiramos a roupa e coloquei a mão dele no meu kct. Ele recuou, então peguei no dele, sem insistir para que tocasse no meu. Aos poucos, foi se soltando e começou a bater uma pra mim também. Que delícia!

Olhei pra ele e falei:

— Você ganhou cinquenta reais pela grama, mais trinta pra lavar o carro. Te dou mais cinquenta pra me chupar e, se deixar eu comer seu cuzinho, mais cinquenta.

Ele olha pra mim e diz:

— Tá me tirando, doutor! Sou veado, não! Carece me pagar nada, não. Só me dá meus cinquenta reais da grama. A lavagem do carro eu disse que não iria cobrar. E onde estão minhas roupas?

Disse isso e já foi se levantando!

— Calma!

Pego no pau dele e começo a provocá-lo. Deito-o na cama e exploro seu corpo, da rola ao saco. Com as pernas abertas, vejo que seu pau tem uns vinte centímetros, é grosso, cabeçudo e babão, o coloco na posição de 69, continuo as carícias, enquanto deslizo os dedos pela cabeça lubrificada pelo pré-gozo e acaricio aquele cuzinho lindo e rosado.

Caralho, o moleque tremia todo e já estava me mamando. Delícia de lábios, boquete espetacular! Coloco-o na beira da cama, abro suas pernas e molho aquele cuzinho com saliva. Não aguentando mais, começo a pincelar a cabeça do meu pau naquele cuzinho!

— Pode esfregar, mas não me fode, não, por favor.

Começo a esfregar enquanto ele, cheio de tesão, se punheta. Deito sobre ele, beijo seu peitinho, pescoço e boca; depois, sussurro ao ouvido:

— Deixa eu colocar só a cabeça?

— Coloca, mas, se doer, você tira?

Aí eu falo pra tranquilizá-lo:

— Não vou te machucar, não.

Como meu pau estava babando há um tempão naquele cuzinho, fui apontando e meti a cabeça. Entrou num ploft; ele gritou e começou a chorar, dizendo:

— Você disse que não ia me machucar e agora rasgou meu cu!

Quis rir, achei fofo, mas me segurei. Parei para ele se acostumar, fazendo carinho e esfregando a cabeça na portinha. Ele me puxou, me beijou e pediu:

— Coloca bem devagar.

Foi um sonho ouvir aquilo. Fui devagar, entrando e saindo até encaixar tudo. Bombeei por uns vinte minutos; depois, coloquei-o de quatro e, por fim, de bruços, pedi que empinasse, mantendo um vaivém alucinante.

Parei e me joguei de barriga pra cima, pedindo que ele sentasse e controlasse a profundidade. Davi cavalgou por uns quinze minutos, cheio de vontade. Depois, mudamos de posição e continuei no ritmo intenso. De repente, o moleque anunciou que ia gozar, derramando a porra na barriga e apertando meu pau com o cu. Não aguentei aquela provocação e gozei também, espalhando meus jatos sobre sua barriga, misturados aos dele.

Pedi que lambesse nossa porra. Ele recusou, mas, diante da minha insistência, acabou cedendo, deu-me um beijo malicioso e disse:

— Se a porra é dos dois, então os dois vão ter que engolir, doutor! — provocou Davi, com um sorriso safado e um olhar cheio de atrevimento.

Ficamos largados na cama por um tempo; depois, tomamos banho juntos e, ainda tímido, mas com uma pontinha de atrevimento, ele me disse:

— Quero comer uma buceta, doutor! Quando o senhor vai arranjar esse esquema? — perguntou, já cheio de expectativa.

— Vou conversar com sua mãe. Quando eu for pra capital, levo você comigo — respondi, deixando-o com os olhos brilhando de ansiedade.

Os olhos dele brilharam na mesma hora, e um sorriso safado entregou a ansiedade que ele já não conseguia disfarçar.

Levei Davi pra capital e preparei tudo como havíamos combinado. Ele realizou a fantasia de experimentar uma buceta e, empolgado com a experiência, ainda fizemos uma DP com a garota. Mais tarde, no hotel, como agradecimento, tomou a iniciativa e voltou a se entregar a mim por vontade própria. Nossa intimidade recomeçou, e terminei fodendo seu cuzinho, enchendo seu rabo de leite.

Na tarde daquele sábado, Davi foi embora com R$ 250 no bolso e uma experiência que jamais esqueceria — daquelas que deixam um sorriso safado no rosto e gostinho de quero mais! E aí, gostaram?

Então gozem, comentem e me contem: será que esse danado vai voltar para mais?

Avalie:
Denunciar

0 comentários

Você também pode gostar

Ver perfil