✒ Escrito por humanoTabu · 10 minConto #119

O Ruivo Fode o Entregador!

por Apolo98

héteroanalgay

Sou Paulo Henrique, o PH, tenho 24 anos, sou advogado, ruivo, de olhos cinza, sardento, baixinho, com 1,62 m e 55 kg. Tenho uma personalidade forte, sou marrento, mimado, cheio de manias e acostumado a ter tudo do meu jeito. Gosto de provocar, tenho charme de sobra e uma ousadia que nem sempre combina com minha estatura discreta. E, para completar, carrego um dote avantajado de 21 cm, daqueles que certamente não passam despercebidos!

Sou apaixonado pela Mia, minha namorada, que amo muito e de quem não abro mão. Posso ser atrevido, convencido e cheio de marra, mas, quando o assunto é ela, meu coração tem dona!

Nunca fui de pedir pizza sempre na mesma pizzaria, pois adoro experimentar sabores novos e descobrir lugares diferentes. Mas, como toda regra tem sua exceção, encontrei uma pizzaria cuja pizza me conquistou tanto que acabei virando cliente frequente. Foi assim que comecei a reparar que, quase sempre, quem tocava a campainha para fazer a entrega era o mesmo rapaz: André, de 27 anos, magrelo, com cerca de 1,70 m, rosto bonitinho e aquele jeito meio malandrão. Heterossexual, tinha namorada e um charme descontraído que despertava minha curiosidade.

Quem me acompanha sabe que meus pais são diplomatas e vivem viajando a trabalho. Por isso, quase sempre fico sozinho em casa, embora conte com uma empregada que trabalha conosco há 24 anos, cuida da casa e prepara nossas refeições. Ela foi minha babá! Hahaha! Mesmo com comida pronta, às vezes não tenho vontade de jantar e acabo pedindo uma pizza.

Naquele dia, fiz meu pedido como de costume. Cerca de trinta minutos depois, o interfone tocou. Autorizei a subida do entregador e aguardei a campainha.

Quando abri a porta, André estava de camiseta e calça jeans. Fiquei olhando tanto que ele perguntou se havia algo errado. Respondi que não, que estava satisfeito com a rapidez da entrega.

Ele sorriu e se abaixou para pegar a pizza na bolsa térmica, deixando aparecer discretamente o cofrinho e parte da cueca branca. Confesso que gostei da visão! Paguei com cartão e fechei a porta. Quando já me preparava para comer, a campainha tocou novamente: André havia esquecido de devolver meu cartão, que ficara na maquininha.

Agradeci e, ao entrar, percebi um papel junto ao cartão com seu nome e telefone. Aquilo despertou minha curiosidade, e logo começamos a trocar mensagens.

Depois de algum tempo, tomei coragem para encontrá-lo. Como meus pais estavam em casa, combinamos de nos ver na casa dele. Meu carro estava na oficina, então chamei um táxi.

Ao tocar o interfone, André abriu a porta usando regata e bermuda de moletom. Ele me convidou para entrar e sentar, mas logo avisou que sua casa era humilde e não estava à altura de um príncipe como eu.

Quem disse que eu estava ali para avaliar a casa? Pensei, segurando o riso.

Sentamos no sofá, conversamos por alguns minutos e, entre olhares e aproximações, acabamos nos beijando.

Era muito tesão acumulado! Assim que ele se sentou, sentei no colo dele. André tirou a camiseta, e nossos beijos ficaram cada vez mais vorazes. Quando começou a lamber meus mamilos, perdi completamente a linha. Aquilo me deixou louco!

Ele tirou minha camiseta, e eu fiz o mesmo com a dele. André gemia de prazer enquanto nos acariciávamos. Em seguida, tirei minha bermuda e a dele, deixando-nos apenas de cueca. Fiquei de pé diante dele e, sem perder tempo, André abaixou minha cueca e caiu de boca no meu pau, começou a me chupar com uma vontade impressionante, entregando-se àquele momento com entusiasmo e muito desejo.

Não resisti e mandei que ele parasse. Afinal, eu também era marrento e não gostava de ficar por baixo nas provocações! Ajoelhei-me e comecei a mamar o pau do puto, deixando claro que estava com muito tesão e já queria gozar. Depois, levantei-me, olhei para ele com meu habitual ar atrevido e mandei que se ajoelhasse. André, que também não era de baixar a cabeça facilmente, respondeu com aquele sorriso malandro antes de me mamar. E foi assim, entre provocações e disputas de quem mandava mais, que acabei gozando na sua boca.

Depois, pedi que ele ficasse de pé. Posicionei-me atrás dele e, enquanto apertava seus mamilos com uma das mãos, masturbava-o com a outra. Não demorou muito para que ele chegasse ao ápice, soltando vários jatos de porra.

Perguntei como estava o tempo dele naquele dia, e ele respondeu que havia reservado o dia inteiro para mim. Depois, fomos tomar banho juntos, e ele não parava de admirar meu corpo.

— PH, tu és lindo! Como te desejo desde o primeiro dia em que te vi! Já bati várias punhetas pensando em como és gostoso, meu ruivinho lindo. Pena que ainda és menor!

Comecei a rir. Ele olhou para mim, intrigado e perguntou:

— O que foi?

Respondi, tranquilamente:

— Já tenho 21 anos, minha idade na época!

Ao ouvir minha resposta, o sorriso dele se abriu de orelha a orelha, revelando toda a sua alegria e seu alívio.

Sentamos os dois de toalha no sofá. Ele me oferece um sorvete e, enquanto tomamos, vêm várias ideias loucas à minha cabeça. Mas foi ele quem me surpreendeu e, por impulso, tirou a minha toalha, colocou sorvete na boca e começou a chupar meu pau. Nessa hora, eu gemia muito e lhe dizia que aquela era a sensação mais louca que eu já tinha sentido.

Não demorou muito para meu pau ficar duro dentro da sua boca. Não perdi tempo: coloquei ele de quatro no sofá, joguei uma colher de sorvete no rabo dele e comecei a chupar. O cara urrava de tesão e pedia para eu foder o cuzinho dele. Lógico que eu iria fodê-lo.

Fomos para o quarto e nos beijamos mais um pouco. Pedi para ele ficar de quatro na cama, comigo de pé atrás dele. Aos poucos, fui penetrando o safado, que gemia de prazer. Quando entrou tudo, dava umas socadas bem de leve; depois, fui aumentando a velocidade até ficar num vaivém veloz. Depois de uns minutos nessa posição, pedi para ele ficar de frango assado e, enquanto eu metia a rola no seu cuzinho, beijava aquela boca deliciosa e olhava aquele corpo gostoso sobre a cama.

Ele então pediu para sentar no meu pau. Fiquei na beirada da cama, e ele veio e sentou de costas para mim. Que delícia! O safado subia e descia com uma maestria fantástica, cheio de confiança, enquanto eu o masturbava e apertava seus mamilos. Nós dois éramos marrentos, e nenhum gostava de ficar por baixo, nem nas provocações nem na disputa de quem deixaria o outro sem palavras.

Ficamos nisso por alguns minutos, até que ele disse que não aguentava mais e queria gozar. Novamente, coloquei-o de joelhos e mandei que chupasse. Ele obedeceu, mamando muito gostoso, e ainda pediu para beber meu leite. Lógico que deixei, o safado engoliu até a última gota, sem perder aquela marra que fazia questão de manter.

Deitados, nos beijamos enquanto ele se masturbava, com meu pau roçando na sua bunda, eu acariciava suas costas. André, sempre carinhoso, se aconchegava a mim, enquanto eu, PH, mantinha meu jeito marrento. Não demorou muito, ele se vira me beija e goza horrores lavando meu abdômen e meu peito de porra.

Nós nos abraçamos e trocamos beijos. Ele disse:

— Sei que estás acostumado com muito conforto, mas está tudo muito limpo. Essa kitnet é simples, mas dei aquele talento para receber você, meu príncipe!

Dei aquele sorriso marrento e respondi que ele tinha se saído bem. Acabamos dormindo de tão cansados. Acordamos com o celular dele tocando: era sua namorada, e já era hora de ir se encontrar com ela.

Ele então lhe disse:

— Oi, amor, estou indisposto, não vou, não. Estou em casa com um amigo. Ele fez um chá, tomei, Se eu melhorar, te ligo. Desculpa, mas hoje só quero cama mesmo.

(Na verdade, não dei chá para ele; dei leite direto da fonte e, quanto a querer cama, isso era verdade!)

Eram dez horas da noite. André foi preparar algo para comermos. Depois, tomamos um banho juntos, e ele me mamou no chuveiro. Que delícia! Não gozei, pois queria fodê-lo novamente.

Comemos na cama, assistindo à TV, quando ele voltou a jogar sorvete em mim e começou a me chupar, engolia toda a minha rola, lambia meu saco e explorava meu cu com sua língua. O André tinha uma língua que mais parecia um pincel; me chupava e lambia com maestria.

Coloquei André de ladinho, encostei a cabeça da minha rola em seu cuzinho e fui forçando até entrar. Continuei a meter e, quando entrou tudo, comecei a bombar num vaivém frenético.

Quando percebeu que eu ia gozar, ele se levantou, arrancou o lençol da cama e disse:

— PH, meu príncipe, goza na minha cama! Assim, toda vez que eu for meter com minha mina, vou lembrar de você e ter mais tesão!

Olhei para ele com minha habitual marra, meio desconfiado daquela ideia.

— Tu és atrevido, hein, André! Agora quer até deixar minha marca na tua cama? — provoquei, com aquele sorriso convencido.

Ele me olhou com carinho e, por mais que eu gostasse de bancar o durão, acabei cedendo àquele pedido. No fundo, André tinha um jeito de me desarmar que eu não encontrava em mais ninguém. Sem perder completamente a pose, fiz o que ele pediu e joguei seis jatos de porra em sua cama. Dessa vez, o marrento aqui se rendeu aos caprichos do André!

Deitamos e, já de madrugada, avisei que precisava ir embora e que chamaria um táxi. André, com aquele misto de marra e doçura, logo se ofereceu para me levar de moto. Aceitei, claro! Montei na moto e comecei a sarrar aquela bunda magra e gostosa, só para provocá-lo mais um pouco.

— Tu não tens jeito mesmo, PH! — ele reclamou, entre uma risada e outra.

— E tu adoras, André! Para de bancar o difícil! — Respondi, com minha habitual marra.

Chegamos, nos despedimos com carinho e cada um seguiu seu caminho. E, até hoje, ainda rola um sexo gostoso entre nós dois! Afinal, quando a química é boa e nenhum dos dois perde a marra, fica difícil resistir!

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