✒ Escrito por humanoTabu · 7 minConto #120

Caio e seu cunhado Rafael “bêbados”

por Apolo98

héteroanalgay

Eu sou Caio, tenho 25 anos, sou hétero, branco, magro, tenho 1,75 m, cabelos escuros, barba e um dote avantajado de 22 cm. Trabalho como eletricista e tenho uma personalidade forte: sou marrento, atrevido, orgulhoso e dono de uma língua afiada. Falo o que penso, não levo desaforo para casa e não corro atrás de quem não demonstra interesse. Se me dão moral, retribuo; se me provocam, devolvo na mesma moeda!

Sou marrento, teimoso e um pouco convencido. À primeira vista, pareço fechado, mas, quando ganho intimidade, viro um debochado provocador, sempre tirando onda e gostando de ver a reação dos outros. Sou trabalhador, independente e não abaixo a cabeça para agradar ninguém. Modéstia à parte, sou bonitinho pra caralho! Hahaha!

Sou namorado da irmã do Rafael: marrento, debochado, orgulhoso e ousado pra caralho! Pareço fechado, mas, quando me solto, ninguém segura minha marra nem minhas provocações. Já passava das três da manhã quando nos despedimos. Meu cunhado já tinha combinado de ir à minha casa… e aquela madrugada ainda prometia!

Ao entrar no Uber, meu cunhado já estava quase apagando de tão bêbado. Quando chegamos à minha casa, precisei ajudá-lo a andar e resolvi colocá-lo debaixo do chuveiro para ver se melhorava. Afinal, se minha namorada, irmã dele, visse o estado em que estava, a confusão seria daquelas!

Tirei sua roupa, deixando-o apenas de cueca. Também não precisava exagerar, né? Hahaha! Vai que apareça alguém bem naquela hora? Eu ainda não fazia ideia das surpresas que aquela madrugada reservava.

Kkkkk!

Porém, quando a água começou a escorrer por aquele corpo de 1,78 m, de ombros largos e pelos aparados, a cueca ficou encharcada, marcando seu volume. Rafael, que namorava uma amiga nossa, tinha um porte que chamava a atenção. Era magro, mas tinha uma bundinha pequena, durinha e deliciosamente empinada, daquelas que chamavam a atenção mesmo sem muito esforço. Confesso que fiquei admirando a cena mais do que deveria. Por fim, tirei-o do chuveiro e o levei para o meu quarto. Retirei sua cueca molhada e, quando fui procurar outra para vestir nele, o desgraçado desabou na minha cama, completamente apagado, sem reagir a nada!

Fiquei olhando aquela figura e pensei, com um sorriso safado: “Puta que pariu! E agora, o que eu faço com essa delícia aqui? Kkkkk!”. Tentei acordá-lo, mas nada de se mexer. Foi então que reparei naquele pau moreno, lindo e mole, e passei a mão de leve. “Tá bom, já senti, agora chega!”, pensei. Mas sabe quando o desejo fala mais alto que a razão? Pois é! Sem pensar duas vezes, comecei a chupá-lo. Nossa, uma delícia! Enquanto sentia aquela rola mole na boca, passava as mãos pelo peito, pelos ombros e por aquela bundinha pequena, magra e durinha, coberta de pelos bem de macho. E o pior — ou melhor, dependendo do ponto de vista — era que, quanto mais eu continuava, mais meu desejo aumentava.

paralisado de medo, quando ouvi:

O pau do Rafael tinha uns 10 cm mesmo mole. Fui acariciando e batendo uma bronha para ele, enquanto tentava encaixar meu cacete, já durão, no seu rabo. Fiquei uns cinco minutos tentando, mas, como ele era bem apertado, não foi fácil. Por fim, consegui. Mesmo sendo apenas um momento, sentir sua respiração e meu corpo tão próximo do dele parecia um sonho.

Enquanto me deixava levar pelo desejo, continuei punhetando Rafael, até perceber que seu pau começava a crescer na minha mão. Na mesma hora, fiquei paralisado, tomado pelo medo, quando ouvi:

— Caio, eu sabia que você me desejava, e eu também tinha vontade de você! Só não imaginava que seria tão bom sentir esse teu pau no meu cu apertadinho!

Pois é, galera! Rafael acordou bem na hora em que eu estava de conchinha com ele, com meu pau dentro dele! Fiquei surpreso, mas pensei: “A merda já tá feita, então que seja por completo!”. Sem perder minha marra, entrei no clima, sentindo meu pau latejar, enquanto ele me olhava com um sorriso provocador.

— Fode teu cunhadinho, Caio! Fode!

Respondi, cheio de marra e com um sorriso debochado:

— Depende, cunhadão! Só se tu virá meu putinho e obedeceres quando eu mandar!

Ele nem pensou duas vezes e respondeu:

— Serei seu puto para sempre! Eu fodo a buceta da minha namorada, você fode a buceta da minha irmã e, quando estivermos juntos, você fode meu cu. E tá tudo certo!

Foi então que eu comecei o vaivém no seu cu, primeiro devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Rafael começou a gemer cada vez mais alto, até que lhe dei um tapa na cara e soltei, cheio de marra:

— Quer acordar a família, seu filho da puta?

Naquele momento, eu só conseguia pensar no prazer que estava sentindo. Peguei uma meia e coloquei na boca de Rafael para abafar os gemidos. Não parava um segundo sequer. Entre uma provocação e outra, ele dizia que, já que eu tinha metido a pica no cu dele, agora era a vez de ele sentir prazer comigo.

— Caio, você vai ter que foder meu cuzinho até eu gozar! Daqui em diante, serei sua vadia!

Ficamos uns 15 minutos naquele sexo delicioso, até que Rafael avisou que estava prestes a gozar. Pedi que gozasse no meu peito, mas ele se aproximou do meu ouvido e, num tom provocante, sussurrou:

— Também sou macho, porra! Não é porque tu estás comendo meu cu que vai me dar ordens. Vou gozar onde eu quiser!

Aquelas palavras me deixaram ainda mais excitado. Logo senti meu pau latejando e o calor do corpo dele junto ao meu. Rafael parecia não conseguir mais se controlar, e a intensidade daquele momento fez com que gozássemos quase ao mesmo tempo.

Rafael tirou minha tora de dentro dele. Peguei uma blusa que estava jogada no chão, limpei-me, vesti uma bermuda e, com minha habitual marra, provoquei:

— Esse cuzinho aí é muito mais gostoso que a buceta da sua irmã! Aposto que tu também curtiste, seu puto safado!

Levantei da cama e fui para a cozinha procurar alguma coisa para comer, como se nada tivesse acontecido. Enquanto isso, Rafael ficou deitado, exausto depois daquela noite intensa, tentando recuperar as forças.

Depois daquela madrugada, não consegui tirar o que havia acontecido da cabeça. Quando encontrei Rafael novamente, tentei agir como se nada tivesse acontecido, mantendo minhas piadas e a marra de sempre.

Ele me olhou com aquele sorriso de canto de boca, como quem guardava um segredo, e soltou:

— Caio, precisamos conversar sobre aquela noite.

Dei de ombros, tentando disfarçar a curiosidade, e respondi:

— Beleza, cunhadão! Quando quiser, é só falar.

Rafael soltou uma risada, sustentou meu olhar por alguns segundos e respondeu, cheio de mistério:

— Pode deixar. Essa história ainda não terminou!

Fiquei pensando no que ele queria dizer com aquilo. Rafael não parecia nem um pouco arrependido; pelo contrário, aquele sorriso só aumentava minhas dúvidas. Uma coisa era certa: o que aconteceu naquela madrugada ainda tinha muita história para render, e aquele segredo estava longe de ser esclarecido!

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