✒ Escrito por humanoTabu · 10 minConto #121

O Policial Casado no Supermercado

por Apolo98

héteroanalgay

Meu nome é Marcelo, sou hétero, tenho 35 anos, sou casado e policial militar. Sou muito marrento, forte, tenho 1,80 m de altura, peso 85 kg, pele branca e cabelos lisos e curtos. Sou daqueles caras cheios de atitude, orgulhosos e que gostam de demonstrar confiança. Por trás da minha postura firme de policial militar e da imagem de homem sério e comprometido, existe um lado que pouca gente conhece: no sigilo, gosto de uma safadeza com outro macho. É um segredo que prefiro manter longe dos olhos dos outros, pois prezo pela discrição na minha vida particular. Tenho um dote avantajado de 23 cm, grosso e cabeçudo, e sei muito bem que minha aparência e meu jeito marrento chamam a atenção.

Enquanto circulava pelos corredores do supermercado, notei Antônio, 23 anos, 1,78 m, corpo bacana e um jeito malandrinho que logo despertou minha curiosidade. Vestia um calção de futebol comprido e folgado, com uma camiseta combinando, compondo aquele visual despojado de garoto cheio de atitude. Seu olhar atrevido e seu jeito esperto de provocar sem fazer esforço me chamaram a atenção. Percebi que ele também me observava e, confesso, gostei daquela troca de olhares. O jogo de sedução no supermercado estava apenas começando, e eu nem imaginava onde aquela história poderia chegar.

Marcelo percebeu o olhar de Antônio descendo discretamente e, cara de pau como era, ajeitou o volume na calça para provocá-lo. Ao notar o interesse do rapaz, abriu um sorriso malandro e continuou as compras, disfarçando quando alguém se aproximava. Pouco depois, encontrou Antônio sozinho em outro corredor e foi direto ao assunto, sem a menor vergonha:

— Gostou do que viu, garoto? Porque, se quiser conferir de perto, a gente pode sair daqui e arrumar um lugar mais reservado. Tô a fim de você, e nem vou fingir que é só pra conversar. E aí, topa?

Antônio aceitou o convite com um sorriso malandro. Marcelo, cara de pau, terminou as compras e foi direto ao estacionamento com o rapaz. Seu pau grande, grosso, pesado e bastante cabeçudo já estava duro, marcando a calça, e Antônio percebeu, lançando-lhe um olhar cheio de interesse. Marcelo adorou a reação e, sem rodeios, avisou que era casado e que ninguém poderia saber daquele encontro, entre sorrisos atrevidos e olhares cúmplices, convidou-o a entrar no carro. Minutos depois, seguiram rumo a um motel, carregados de expectativa e curiosidade para descobrir o que aconteceria quando finalmente ficassem a sós.

Ao chegarem ao motel, Marcelo estacionou diante da suíte, tentando disfarçar a ansiedade. Antônio, com um sorriso malandro, perguntou:

— Então, Marcelo, é aqui que vamos ficar a sós?

— É, garoto. Agora não tem supermercado nem gente curiosa olhando. Só espero que você saiba onde está se metendo — respondeu Marcelo, atrevido.

Antônio abriu um sorriso, puxou Marcelo pela camisa e o beijou intensamente. Depois, encarou-o com marra e ousadia, impaciente para realizar aquele desejo, e disparou:

Ao entrarem na suíte, Antônio tirou o calção e a camiseta, ficando só de cueca, e provocou:

— Vai se despir também ou vai ficar só me olhando, porra? Arranca logo essa roupa e cai de boca na rola do seu garotão!

Marcelo também se despiu, e os dois ficaram nus. Marcelo começou a chupar o pau de Antônio; depois, abriu-lhe as pernas e explorou com a língua seu cuzinho branquinho, com pelinhos e muitas preguinhas. Antônio começou a gemer e a se contorcer, tomado pelo tesão daquele momento.

Antônio não demorou a retribuir as provocações. Ao ver o pau de Marcelo, com seus impressionantes 23 cm, branco, grosso e cabeçudo, arregalou os olhos, soltando um sorriso de espanto e malícia. Começou a beijá-lo, percorrendo sua extensão e provocando o policial, sempre com aquele ar de moleque abusado que não perdia a oportunidade de desafiar um macho.

— Posso fazer de tudo, mas não vou te dar, não, cara! Tá louco? Não aguento esse taco de beisebol no meu cu! — disparou, com um sorriso debochado. — Mas quero te foder, meu policial gostoso! E aí, tu vai me dar ou não?

Antônio tomou a iniciativa, aproximou-se de Marcelo e o beijou intensamente na boca. Depois, desceu entre beijos e mordidas pelos mamilos, pela barriga e pelo umbigo, até chegar novamente ao pau de 23 cm, branco, grosso e cabeçudo. Beijou a cabeça avantajada e tentou abocanhá-lo, mas não conseguiu acomodá-lo por inteiro. Marcelo, assumindo sua postura marrenta e dominante, segurou a cabeça do rapaz e provocou, cheio de confiança:

— Fica quieto, caralho! Aqui quem manda sou eu, porra! Vai ter que acompanhar meu ritmo, moleque!

Antônio continuou chupando o pau de Marcelo, mamando como um bezerro faminto e depois lambendo suas bolas. Em seguida, colocou o policial de quatro e começou a provocá-lo com a língua, dizendo, cheio de marra:

— Isso mesmo, meu policial safado! Deixa seu garotão te enlouquecer de prazer! Vou te fazer gozar, meu puto!

Alternando as carícias entre as partes íntimas de Marcelo, Antônio não perdia a oportunidade de provocá-lo. Enquanto isso, o policial urrava de prazer, já sem conseguir esconder a excitação.

Marcelo, cheio de tesão, pega Antônio, joga-o na cama, abre bem suas pernas e começa a linguar seu cuzinho. O moleque se treme todo e começa a choramingar de tesão.

— Porra, Marcelo, assim tu me deixas gamado em você!

Marcelo lhe dá um beijo, beija suas orelhas e fala bem baixinho em seu ouvido:

— Agora chegou a hora de ser penetrado. Vou foder seu cuzinho, garoto!

Começa a passar a cabeça do pau na entradinha de seu cu, pincelando com pré-gozo.

— Marcelo, acho que não aguento esse seu pau! É muito grande e, como podes ver, sou quase virgem. Meu cu é muito pequeno e não vai aguentar essa tora, não!

— Cala a boca, filho da puta! Tu me seduziste no supermercado, te trouxe aqui não foi pra ler história em quadrinhos, não! Vais me dar o cu, sim, e vais aguentar esses 23 cm de pica no teu cu, sim!

Comecei a forçar e, quando a chapeleta entrou, ploft! O garoto deu um grito. Acho que todo o motel escutou, porém, como as pessoas gritam e fazem escândalo quando estão fodendo, normal.

Ele começou a chorar e dizer, sem perder a marra:

— Tu estás me estourando, policial, filho da puta!

Isso me deixava ainda mais excitado, e intensifiquei o ritmo, socando mais forte, indo e voltando com força. Meu suor escorria e pingava sobre seu peito, enquanto o choro do moleque aos poucos dava lugar a um sorriso. Virei-o de lado e fui avançando devagar, até me encaixar por completo; e quando meu pau tava todo dentro, recuava deixando so a cabecinha e metia novamente até o fundo, novamente. Passamos a tarde inteira naquela pegação.

Coloquei o putinho na posição de frango assado, mantendo os olhos fixos nos dele enquanto trocávamos beijos. Metendo a rola no seu cu em movimento de vaivém, apoiei suas pernas nos meus ombros. Ele gritava, chorava e pedia que eu parasse, enquanto a tensão daquele momento só aumentava.

— Parar é o caralho, moleque! Vais aguentar meus 23 cm inteiros nesse cu, que, por sinal, é melhor que muita buceta!

— Pode parar, Marcelo! Eu disse que seria eu a te comer, mas agora és tu que estás arrebentando com meu cu! Porra, já estouraste todas as minhas pregas!

A essa altura, o putinho também estava com o pau duro feito aço. Comecei a provocá-lo com carícias e uma boa punheta. Não demorou muito para ele gozar. Ao perceber que tinha chegado ao fim, pensei: “Puta merda, o clima acabou!”

Continuei deitado ao lado dele, ainda excitado, quando o moleque se aproximou, me beijou e sussurrou:

— Marcelo, meu policial marrento, tu me fizeste gozar como nunca! E o pior é que ainda estou com tesão!

Olhei para o pau do moleque, surpreso com tanta disposição. Ele não parecia nem um pouco interessado em encerrar a brincadeira, pois continuava de pica dura. Aproximou-se e sentou-se na minha caceta, ainda durona, encaixando-se nela. Agarrei sua cintura e intensifiquei o movimento, até gozar e enchê-lo de porra — ou, como eu diria naquela hora, quase meio litro!

Ele saiu de cima e voltou a mamar minha pica. Depois, nos levantamos, e eu o encostei diante de um janelão de vidro. Pedi que apoiasse as duas mãos no vidro e empinasse a bunda. Posicionei-me atrás dele, encostei a cabeçona do meu cacete em sua entrada e fui avançando. Mais uma vez, o moleque começou a chorar!

— Porra, Antônio, vais chorar de novo ou vais me dizer o que está acontecendo? Quer que pare?

— Não, caralho! Já que estás com o pau enterrado no meu cu, faz direito! Mete como macho!

Perdi completamente o controle, agarrei-o pela cintura e intensifiquei as estocadas, a ponto de quase suspendê-lo. Meu pau latejava, cada vez mais inchado, e senti a cabeça engrossar dentro dele. Não aguentei mais: urrei de prazer e gozei, derramando meu leite em seu cu. Depois, tirei meu pau e terminei de gozar sobre sua bunda. Enquanto isso, ele disparou uns sete jatos de porra contra o vidro do janelão. Lambendo o sêmen que havia derramado em sua bunda, puxei-o para um beijo intenso.

Entregues ao cansaço, trocamos um último beijo e adormecemos sem tomar banho. Ao acordar, assustei-me: já era noite!

— Porra, Antônio! Minha mulher vai querer saber onde me enfiei!

Ele sorriu, malandro:

— Ué, Marcelo, tu não és discreto? Inventa uma desculpa!

Peguei o celular e vi várias chamadas perdidas. Vesti-me às pressas, trocamos números e combinamos manter contato.

— Tu estás bem? — perguntou ele.

— Estou, caralho! Só preciso resolver umas coisas!

Saí do motel e, ao ver o nome da minha esposa na tela, hesitei antes de atender. Percebi que o difícil não seria esquecer aquela tarde, mas enfrentar as consequências das minhas escolhas. E Antônio ainda poderia virar minha vida de cabeça para baixo.

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