O Garotão Negro Atrevido e o Publicitário Marrento
As luzes fluorescentes do hortifrúti zumbiam baixinho naquela terça-feira. Gabriel, 36 anos, publicitário, loiro, de óculos, 1,72 m e cerca de 70 kg, examinava o manjericão, exausto após um dia puxado na agência. Divorciado, morava sozinho e tinha um filho. Marrento por natureza e tímido quando pego de surpresa, era um homem confiante em sua masculinidade, da qual se orgulhava, sem imaginar que um encontro inesperado colocaria sua pose à prova.
— Se você cheirar mais um pouco, o manjericão vai pedir uma ordem de restrição
— Provocou Léo, um rapaz negro de 20 anos, cerca de 1,70 m e 60 kg, magro, mas bem musculoso.
Tão marrento quanto espontâneo, agradável e atirado, era dono de um sorriso largo, muita ousadia e autoconfiança, orgulhando-se do próprio corpo e do dote de 20 cm que tanto alardeava.
— Sempre te vejo por aqui às terças, encarando as ervas como se estivesse resolvendo um crime… — continuou jogando todo o seu charme sobre Gabriel, sem a menor vergonha de demonstrar interesse.
— Estou avaliando a qualidade, moleque, rebateu o publicitário, tentando sustentar a marra enquanto disfarçava o embaraço.
Léo riu, aproximou-se e emendou elogios e provocações, determinado a conquistá-lo.
Gabriel retrucava, fingindo não se impressionar, mas acabava cedendo ao atrevimento do rapaz.
Embora ambos se considerassem heteros, a química inesperada tornava aquela aproximação curiosa.
— Vou tomar um café na esquina. Vem comigo?
— Convidou Léo, piscando.
Gabriel fingiu pensar, alinhou o carrinho ao dele e respondeu:
— Só um café, não vai se achando.
Léo abriu um sorriso triunfante; por trás da marra, Gabriel já tinha cedido à primeira investida.
Na padaria, Léo esbanjou ousadia, flertando descaradamente e arrancando sorrisos de Gabriel, que tentava manter a marra, mas acabava cedendo. Entre provocações e uma conversa que se estendeu por mais de uma hora, Gabriel relaxou e, antes de se despedirem, tomou a iniciativa: pediu o contato de Léo e o convidou para jantar na sexta-feira.
Léo aceitou com um sorriso atrevido e beijou-lhe a bochecha, deixando Gabriel desconcertado e ansioso pelo próximo encontro.
Eles se despediram, cada um seguindo seu caminho, mas Léo ainda mandou uma mensagem provocadora antes de dormir, deixando Gabriel tentando disfarçar o sorriso. Na sexta-feira, Gabriel organizou o pequeno apartamento onde morava sozinho e preparou o jantar, decidido a não demonstrar ansiedade. Léo, que ainda morava com os pais, apareceu pontualmente, bem vestido, sorriso largo e ousadia de sobra.
— Caprichou, hein, coroa?
— Provocou, entrando como se já fosse íntimo.
— Se comporta, moleque, você ainda nem sentou
— Rebateu Gabriel, sustentando a marra, embora o olhar atrevido de Léo já o deixasse sem jeito. — Relaxa, gato. Vim jantar, mas não prometo ficar só na comida
— Disparou Léo, aproximando-se com um sorriso malicioso. Gabriel ergueu uma sobrancelha, fingindo indiferença.
— Você fala demais. Vamos ver se tem atitude para sustentar. Léo riu, encantado com o desafio; e Gabriel, apesar da pose durona, já sabia que aquela noite seria tudo, menos tranquila.
Durante o jantar, Léo não perdeu uma oportunidade de provocar Gabriel, com olhares atrevidos, sorrisos debochados e comentários cheios de segundas intenções.
— Tá nervoso, publicitário? Achei que você fosse melhor em disfarçar
— Alfinetou, aproximando-se. — Se enxerga, moleque
— Rebateu Gabriel, marrento, embora já não conseguisse esconder o interesse. Léo riu, encurtou a distância e lançou a última provocação:
— Então manda eu ir embora.
Gabriel sustentou seu olhar por alguns segundos, mas, em vez de responder, puxou-o para um beijo intenso. A marra deu lugar à entrega, e Léo correspondeu com toda a ousadia que demonstrara desde o primeiro encontro.
Entre beijos ardentes, provocações sussurradas e carícias cada vez mais intensas, os dois abandonaram de vez as disputas verbais e seguiram juntos para o quarto, onde a atração acumulada finalmente falou mais alto.
Naquela noite, nenhum dos dois teve vontade de fingir indiferença. Leo me jogou na minha cama de casal e subiu logo em seguida, encurralando-me sob o peso de seu corpo magro e bronzeado. Sabia que o sexo com ele ali ganharia uma dinâmica diferente, mais íntima, embora mantivesse aquela pegada firme de atleta. Ele começou a me comer de frente, puxando minhas pernas e ordenando que envolvesse sua cintura. Naquele momento, entre a força dos seus braços e a proximidade dos nossos corpos, ficou impossível fingir que aquilo era apenas desejo passageiro.
Leo parecia adorar me beijar enquanto transávamos, colando a boca na minha em beijos quentes e demorados que abafavam meus gemidos, enquanto metia sua pica de 20 cm no meu cu com tanta força que me fazia delirar.
— Você é meu puto safado aqui dentro, ouviu? — Ele sussurrava entre um beijo e outro, com a respiração colada ao meu ouvido e os dedos cravados na minha cintura, deixando marcas que combinavam com o vermelho dos tapas que ele dava no meu rosto e na minha bunda.
Depois de morder meu pescoço e me fazer rebolar no colo dele por um tempo, Leo mudou de posição. Virou-me de ladinho na cama, puxando uma das minhas pernas para cima e deixando minha bunda exposta.
Nessa posição, a penetração era ainda mais profunda. Metia com força seus 20 cm inteiros até suas bolas baterem em minha bunda. Meu corpo suado escorregava pelo lençol, eu precisava me agarrar à cabeceira da cama para não perder o apoio. O som das estocadas fazia som musical dentro do quarto, num ritmo frenético que me deixava completamente inebriado e fora de controle.
— Olha pra mim, Gabriel!
— Leo ordenava, enquanto eu virava o rosto, de óculos tortos, vendo o suor brilhar em seu peito negro. Ele metia sem piedade, cada vez mais bruto, enquanto os tapas estalavam na minha pele branca, ecoando pelo quarto.
Ele deu as últimas estocadas, fundas e violentas, antes de despejar uma quantidade absurda de porra dentro de mim.
Senti o calor daquele líquido quente me inundar, jato após jato, enquanto ele soltava um último grunhido e desabava contra minhas costas, com o peito arfando.
Ficamos ali por alguns minutos, com o ar-condicionado no máximo, mas o calor daquele sexo ardente e selvagem ainda dominava o quarto. Leo recuperou as forças, deu-me um beijo de tirar o fôlego e limpou o suor da testa com as mãos.
— Agora vai tomar banho — ordenou Leo, sorrindo de canto e dando um tapa na minha bunda melada com sua porra.
Levantei-me e fui tomar banho. Em seguida, ele entrou e, no banho, fez-me mamá-lo debaixo do chuveiro e gozou abundantemente na minha boca. Olhei-me no espelho. Minha pele estava toda marcada e vermelha pelos tapas do Leo, mas, no fundo dos meus olhos, por trás dos óculos, tinha certeza de que aquele cara marrento e tímido, que só sabia foder bucetas, havia descoberto o verdadeiro sentido da palavra foda e do prazer com aquele garoto preto, lindo e muito fodedor...
Na manhã seguinte, Léo saiu do quarto com um sorriso debochado.
— Tá sorrindo de quê, moleque?
— Rosnou Gabriel, ainda descabelado. Léo sussurrou, atrevido:
— Tô pensando na próxima, coroa.
— E quem disse que vai ter? Léo piscou:
— Você, só falta admitir. Antes de sair, roubou-lhe um beijo e provocou:
— Sexta que vem eu volto.
O jantar é só desculpa. Gabriel revirou os olhos, tentando manter a marra, mas sorriu ao fechar a porta.
Aquele moleque era um problema e, o pior era que ele já estava contando os dias para vê-lo de novo.
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