Entre Pedaladas e Surpresas
Tom é de família simples e orgulhoso de suas origens, magro, branquinho, 1,60 m, 50 kg, olhos verdes e cabelos castanhos. Apesar de ser apenas um garoto, tem personalidade forte, é extremamente confiante, sedutor e marrento. Após uma pedalada, parou no parque para descansar. Ousado, debochado e provocador, não se intimida com ninguém e, dependendo da situação, suas respostas afiadas podem até fazê-lo parecer malcriado.
Enquanto recuperava o fôlego, aproximou-se um cara de uns 32 anos, 1,80 m e 85 kg, forte, com físico de frequentador de academia e expressão fechada, embora simpático e comunicativo.
— Fala, garoto! Sabe me dizer onde fica a lanchonete? Estou morrendo de sede!
— É só seguir por ali — respondi, apontando.
— Não vai me acompanhar? Pago sua bebida e ainda ganho uma companhia bonita!
— Não, obrigado!
Na verdade, estava sem dinheiro, mas fiquei com vergonha de dizer. Ele percebeu e insistiu:
— Deixa de cerimônia! É por minha conta. Seria um desperdício encontrar um garoto bonito desses e não aproveitar a oportunidade.
— Você é sempre tão atrevido?
— Só quando encontro alguém que me interessa!
Acabei aceitando. Ele estendeu a mão:
— Ricardo, prazer!
— Tom.
Na lanchonete, pagou meu suco e começou com as perguntas e cantadas:
— Além de bonito, é marrentinho. Tem namorada?
— Não! Mas também não procuro namorado.
— Ótimo! Já posso me candidatar?
— Você é muito convencido!
— Sou um homem de atitude e estou com vontade de conhecer você melhor.
Ri da cara de pau dele, mas tratei de esclarecer:
— Olha, Ricardo, sou hétero, gosto de mulheres e não tenho interesse em ficar com homem. Podemos conversar, mas não confunda as coisas. E já aviso: não vou dar o cu para você, não, viu?
Ele caiu na gargalhada.
— Adoro garoto marrento! Mas vou direto ao assunto: que tal deixar essa marra de lado e ir comigo a um motel?
— Você é muito abusado! E estou de bicicleta. Como pretende resolver isso?
— Simples! Minha picape está estacionada aqui perto. Colocamos sua bicicleta na caçamba e seguimos.
— Está bem, Ricardo, mas não pense que vai mandar em mim, muito menos comer meu cu, viu?
— Pode deixar, garoto. Gosto desse seu jeitinho atrevido!
Seguimos até a picape. Ele acomodou minha bicicleta na caçamba e abriu a porta para mim:
— Faça o favor de entrar, príncipe!
— Príncipe é o cacete! Sei abrir uma porta sozinho! — retruquei.
Ele caiu na risada. Durante o caminho, ainda perguntou se eu estava confortável e queria ouvir música.
— Estou bem, não precisa ficar me paparicando!
— Estou tentando ser gentil, garoto!
— Então tenta menos!
Ao chegarmos ao motel, Ricardo estacionou e abriu novamente minha porta:
— Sua carruagem chegou, Tom!
— Você não cansa de fazer graça?
— Só quando estou diante de uma companhia tão especial.
— Ai, Ricardo, poupe-me!
Divertido com meu jeito, acompanhou-me até a recepção. Pegamos a chave e seguimos para a suíte. Assim que entramos, Ricardo se aproximou com um sorriso provocador:
— E agora, garoto? Vai continuar com essa marra toda?
— Claro! Achou que eu ia deixá-la na porta?
— Você é impossível, Tom!
— E você é muito convencido!
A diferença de tamanho entre nós era considerável, mas eu não recuava nem um centímetro. Ricardo era atrevido e cheio de iniciativa, enquanto eu mantinha minha marra e minhas respostas atravessadas.
Quando começamos a nos despir, Ricardo levou um susto ao perceber o tamanho do meu membro. Arregalou os olhos e disparou:
— Puta que pariu, moleque! Tudo isso é seu mesmo? Caralho! Isso duro deve ter uns 20 centímetros!
Dei uma risada sarcástica e respondi:
— Vinte? Está precisando melhorar sua matemática, Ricardo! São 22 centímetros, meu querido!
Ricardo ainda estava impressionado com meus 22 centímetros quando, entre uma risada e outra, resolveu falar um pouco de si:
— Sabe, Tom, vou confessar uma coisa: também sou hétero e casado. Nunca imaginei viver uma aventura dessas com outro homem, mas você despertou minha curiosidade. Confesso que estou disposto a experimentar.
Olhei para ele com meu habitual ar de superioridade e respondi:
— Então já vou deixar uma coisa clara: se quiser, pode me agradar, pra começar chupando minha pica e, deixando-a bem dura, mas não confunda as coisas. Não vou dar o cu, já te avisei, e nem pense em tentar me comer!
— Você é mesmo marrento, garoto!
— E não adianta reclamar! Gosto das coisas do meu jeito! — Respondi, com um sorriso debochado.
Ricardo riu, reconhecendo que aquela aventura seria bem diferente de tudo o que havia imaginado, se ajoelhou e começou a beijar a cabeça da minha pica, que logo dobrou de tamanho, em seguida começou a passar a língua em toda a sua extensão, lambendo meu saco e puxando meus pentelhos com os dentes, me jogou na cama e começou a acariciar meu corpo, enquanto isso falava ou meu ouvido:
— Você é uma delícia, meu príncipe!
— Cala essa boca e capricha, Ricardo! Estou cheio de tesão e quero te foder, vou meter esses meus 22cm inteirinho no seu rabo!
Ricardo soltou uma risada nervosa. Seu olhar revelava o receio de encarar aquela pica de 22 cm, e muito grossa, mas o desejo de viver aquele momento era ainda maior. Entre o medo e a vontade, acabou cedendo, tentando disfarçar o nervosismo com um sorriso:
— Puta merda, Tom! Você é marrento mesmo, hein? Confesso que estou um pouquinho assustado, mas não vou amarelar agora! Está bem, garoto, você venceu!
Tom empurrou o Ricardo na cama, sem perder aquele ar convencido que tanto divertia Ricardo. Entre beijos, carícias e provocações, começou a chupar os mamilos dele, descendo pelo caminho da felicidade, virou-o de bruços e percebeu que o parceiro já não fazia questão de esconder o quanto estava envolvido, começou a foder seu cuzinho com a língua. Ricardo, que até então tentava sustentar sua pose de homem seguro, finalmente relaxou e puxou Tom para mais um beijo.
— Você é impossível, moleque! — murmurou Ricardo, sorrindo.
— E você adora, coroa! — respondeu Tom, com aquele sorriso marrento de quem sabia muito bem o efeito que causava, agora se prepara pra levar a pica de 22 centímetros desse moleque no seu cu!
Tom não perdia a marra nem por um segundo, lubrificou bem o seu pau, deu uma cuspida no cuzinho do Ricardo e disse: aguenta firme coroa e começou forçar a cabeça do seu pau no cu do Ricardo, que reclamava do desconforto, tirei a pica, lubriquei um pouco mais e meti novamente, quando a cabeça rompeu a entrada, ele deu um grito e se retraiu, mas essa atitude não me intimidou e deitei-me por cima dele, essa ação fez minha rola entrar inteirinha no cu do Ricardo.
Caralho moleque tira esse troco de dentro de mim, tu estás me arrebentando, mas ao invés de tirar comecei a bombar num vaivém, metia tudo e depois tirava, o buraco que fiz naquele cuzinho com minha pica era uma loucura.
Ricardo, ainda recuperando o fôlego, olhava para mim entre o espanto e a admiração, caralho, moleque! Você é um perigo!
— E você ainda não viu metade do que esse marrento é capaz, coroa! — respondeu Tom, com um sorriso debochado.
Tom se deitou de barriga para cima, abriu um sorriso marrento e ordenou, sem tirar os olhos de Ricardo:
— Agora é sua vez, coroa! Senta aqui!
Ricardo obedeceu e se acomodou sobre Tom, ajeitando-se com cuidado. Enquanto isso, os 22cm grosso do Tom entrava inteirinho, Ricardo começou a cavalgar, subindo e descendo e controlando os movimentos, sob o olhar satisfeito e o habitual sorriso marrento de Tom.
— Agora muda de posição, coroa! Quero você de frango assado, ordenou Tom!
Se aproximou, posicionou-se diante de Ricardo ajeitou a cabeça do pau na entrada do cu do Ricardo e sustentou seu olhar, mantendo aquele sorriso provocador e a confiança de quem não perdia a marra nem por um instante.
— Aguenta firme, Rik! Confia em mim, vai ser gostoso! — Provocou Tom, com um sorriso convencido.
Tom percebeu a intensidade do momento e manteve os olhos nos de Ricardo. Entre beijos e carícias, os dois se entregaram àquele encontro, enquanto Ricardo, já sem conseguir disfarçar a emoção, apertava o pau do Tom dentro do seu cu.
— Caralho, Tom! Você ainda vai acabar comigo, garoto! — Me faz gozar moleque do caralho, já que me arrombastes, agora mete fundo, pois es so um garoto, mas sabes foder igual homem grande murmurou Ricardo, entre risos e suspiros.
Ao ouvir aquilo, Tom sorriu, intensificou o ritmo, começou a meter a pica com mais força e numa velocidade enorme e, com um olhar provocador, disparou:
— Aguenta, Rik! Você pediu para conhecer meu lado atrevido, agora não vem reclamar!
E, num instante de entrega mútua, os dois chegaram juntos ao clímax, gozando simultaneamente, o Tom gozou 8 jatos dentro do cu do Ricardo, que por sua vez jogou vários jatos de porra foi até sua cara.
Depois de recuperarem o fôlego e as forças, trocaram olhares cúmplices, sorrisos safados e, sem perder tempo, decidiram recomeçar a brincadeira.
Como forma de agradecimento, Tom deixou Ricardo assumir a iniciativa daquela vez, abandonando por alguns instantes sua habitual postura de quem comandava tudo e entregando-se aos carinhos e às vontades do Ricardo.
Os dois se entregaram num 69, chupando um ao outro! O Ricardo que tinha uma pica de 17 cm e meteu até a garganta do Tom, e engolia até se engasgar os 22cm do moleque marrento que depois de uns 15 minutos, os dois chegaram juntos ao gozo intenso, Ricardo engoliu toda a porra do Tom, enquanto Tom virou o rosto cuspindo fora, ambos ficaram felizes e satisfeitos.
Antes de deixarem o motel, Tom e Ricardo tomaram uma ducha juntos, entre beijos, carícias e brincadeiras. Depois, trocaram os números de telefone e seguiram para uma lanchonete. Ricardo ficou encantado ao ver a satisfação de Tom diante do lanche; o garoto parecia uma criança, tamanha era sua felicidade, o que o fez sorrir discretamente. Aproveitaram mais um pouco a companhia um do outro e, ao final, Ricardo levou Tom para casa. Ao retirar a bicicleta da caçamba da picape, olhou para o garoto com um sorriso provocador e disparou:
— Essa história não acabou, seu marrentinho! — disse, caindo na risada.
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