Uma carona e dois desejos!
Alguns encontros mudam o rumo de um dia! Foi o que aconteceu comigo: uma simples carona, um universitário marrento e uma aventura inesperada. Até hoje sorrio ao lembrar daquela noite, mas o verdadeiro perigo era o segredo que precisei levar para casa!
Sou Marcelo, 46 anos, branco, olhos verdes, cabelos castanho-escuros e barba bem cuidada, 1,76 m e 82 kg. Tenho porte forte, ombros largos, braços definidos e aparência masculina. Gosto de me vestir bem, usar bons perfumes e cuidar da aparência. Sou casado há muitos anos, tenho esposa e filhos, valorizo minha família e prezo minha privacidade. Sou hétero, embora tenha curiosidades e desejos secretos que prefiro viver discretamente, sem exposição ou compromissos.
Moro em Campinas, Naquela tarde, passava próximo à PUC-Campinas, onde alguns universitários procuravam carona. Vi um rapaz de aproximadamente 25 anos, 1,80 m e 78 kg. Loiro, de olhos claros, corpo atlético, musculatura definida, braços fortes e peitoral firme. Rosto de traços marcantes, mandíbula bem desenhada e expressão séria. Exibia uma masculinidade acentuada, com presença imponente e provocante, postura confiante e um jeito marrento, daqueles que despertam curiosidade e parecem saber muito bem o efeito que causam.
Parei, abaixei o vidro e fui direto:
— Vai para onde, bonitão? Quer uma carona?
— Cambuí. Mas tanta gentileza por quê? — perguntou, sem disfarçar a desconfiança.
— Porque gostei do que vi! Vai entrar ou continuar fazendo charme?
Ele entrou. Era Caio, universitário nos últimos períodos de Engenharia. Durante o caminho, entre cantadas e provocações, descobri que era econômico nas palavras, respondia com ironia e gostava de sustentar sua pose de durão.
— Você é sempre tão direto? — perguntou.
— Só quando aparece alguém interessante na minha frente. E você é sempre tão marrento?
— Depende de quem pergunta.
Ri da resposta. Disse que era hétero, mas confessou que minha abordagem havia despertado sua curiosidade e que estava disposto a descobrir até onde aquela experiência poderia levá-lo.
— Então existe um curioso escondido atrás dessa marra toda?
— Não se empolgue, Marcelo! Você fala demais.
— E você responde de menos! Estou começando a gostar de você, moleque!
Ele desviou o olhar, deixando escapar apenas um discreto sorriso de canto de boca. Percebi que arrancar um sorriso daquele loiro seria um desafio interessante.
O convite inesperado
Mais adiante, num lugar reservado, parei o carro e perguntei:
— E aí, bonitão, que tal deixarmos essa carona mais interessante? Conheço um motel aqui perto. Quero você comigo e estou curioso para conhecer essa sua marra de pertinho.
Caio me encarou, sério.
— Você é muito afoito! Mas confesso que estou curioso. Só quero que fique claro: não quero pressão e espero reciprocidade.
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