✒ Escrito por humanoTabu · 14 minConto #126

O Marrento PH e o Garoto da Rua de Baixo!

por Apolo98

héteroanalgay

Olá, galera, sou o Paulo Henrique, mas todos me chamam de PH. Tenho 24 anos, sou advogado e arquiteto, ruivo, sardento, olhos cinzentos, 1,62 m e 55 kg. Magro, levemente malhado, rosto quadrado e maxilar definido. Filho único, moro com meus pais. Sou um pouco abusado, atrevido e cheio de manias, adoro provocar, mandar e ter a última palavra. Marrento por natureza e sem modéstia!

Conheci Davi, o garoto da rua de baixo, certo dia, quando estava chegando em casa, o encontrei encostado próximo ao portão do prédio onde moro. Alto, moreno, de cabelos castanhos e olhos escuros, tinha 19 anos, 1,78 m e 72 kg, corpo atlético, ombros largos e braços fortes. Seu jeito sério, e determinado logo despertou minha curiosidade, embora sua língua afiada e seu temperamento marrento prometessem boas disputas comigo.

Nosso primeiro encontro foi marcado por provocações e muita marra. Eu, PH, convencido das minhas qualidades; Davi, um grandão abusado e respondão, que não aceitava desaforo.

— Boa tarde, garoto da rua de baixo! — Boa tarde, baixinho! — Respeito é bom e eu gosto! — Então comece dando o exemplo, doutorzinho! — Além de abusado, é respondão! — E você, além de baixinho, é convencido! — Não é convencimento, querido. É consciência das minhas qualidades!

Aquele encontro despertou minha curiosidade. Alguns dias depois, convidei Davi para conhecer minha casa.

— Quer aparecer lá em casa? Boa companhia, comida e uma conversa inteligente. — Você se acha muito, hein? — Não me acho, tenho certeza! — Está bem, eu vou. Mas porque quero, não porque você mandou! — Claro, grandão! Repete isso na frente do espelho!

Quando chegou, recebeu minhas primeiras provocações sobre sua roupa. Enquanto comíamos, conversamos sobre nossas personalidades e até sobre minha fama de pegador.

— Dizem que você vive metendo a rola em todas as garotas! — Não sou responsável pela imaginação dos outros, querido! — Escapou bonito, doutorzinho! — Não confunda discrição com falta de atributos, grandão!

Convidei-o para conhecer meu quarto, e ele aproveitou para me desafiar.

— Então aceito, mas você vai ter que dar o cu para mim! — Nossa, grandão! Além de abusado, é exigente! — Foi você que me convidou, baixinho! — Não se empolgue! Ainda estamos negociando!

Entre provocações, beijos e carícias, nossa aproximação ganhou outro significado. Depois, Davi fez questão de me receber em seu território.

— Quero ver se é tão corajoso fora de casa, baixinho! — Está me convidando ou me provocando? — Os dois! Mas aqui quem manda sou eu! — Adoro quando você tenta me convencer disso!

Dias depois, aceitei o convite. Ao chegar, fui recebido com a mesma marra de sempre. Davi me mostrou sua casa, simples, agradável e bem cuidada.

— Gostou da visita, baixinho? — Muito! Pelo menos a casa tem bom gosto! — Está falando da casa ou do dono? — Não se anime, grandão. Ainda estou avaliando! — Você não tem jeito, PH!

No quarto, sentei-me na cama e não resisti a elogiar sua bela bunda.

— Cadê seus pais, grandão?

Davi perdeu o sorriso, ficou sério e abaixou a cabeça por alguns instantes antes de responder, com a voz mais baixa:

— Sou órfão, PH. Meus pais faleceram e deixaram esta casa para mim. Meu irmão é dez anos mais velho, já tem família e uma filha que é minha paixão. Então sigo minha vida por aqui, cuidando de tudo sozinho.

Percebendo que havia tocado em um assunto delicado, pedi desculpas. Davi explicou que fazia parte de sua história e que aprendera a ser independente.

— Mas não pense que sou um coitadinho, baixinho! Sou um cara responsa, tenho minha independência, faço faculdade, namoro a Paula e amo minha vida!

Olhei para ele com admiração e elogiei sua força e determinação.

— Davi, posso te dar um abraço?

— Pode, baixinho, mas não vai pensando que fiquei sentimental!

Aproximei-me e o abracei carinhosamente. Por alguns instantes, deixamos de lado nossa marra e nossas provocações.

Logo recuperei meu jeito marrento, dizendo que não queria comprometer minha fama de abusado. Davi entrou na brincadeira, provocando minha condição de filho único e o fato de morar com meus pais. Rebati, lembrando que isso não significava falta de independência.

Entre indiretas, desafios e olhares provocadores, terminamos novamente trocando nossos apelidos favoritos:

— Está me secando, baixinho? — Tenho olhos, grandão! Sei reconhecer uma bela paisagem! — Você não tem vergonha, PH! — Só estou sendo sincero! E você é gostoso. Estamos quites!

Davi balançou a cabeça, divertido.

— Topa assistir a um filme, baixinho?

— Topo! Mas escolha um filme decente e não abuse do apelido, grandão! — respondeu, com um discreto sorriso.

O filme misturava ação com cenas de sexo bastante intensas, envolvendo casais heteros. O clima começou a mexer comigo; fiquei excitado e percebi, pelo volume na calça, que Davi também não estava indiferente. Estávamos sozinhos, sem risco de sermos interrompidos, e algumas ideias bastante atrevidas começaram a passar pela minha cabeça.

Baixei a bermuda e comecei a acariciar minha pica. Davi arregalou os olhos, surpreso:

— Tá maluco, PH? O que é isso?

— Estou com tesão vendo toda essa putaria! Fique à vontade, se quiser bater uma punheta também.

Davi hesitou, alternando o olhar entre a televisão e mim. Depois, vencido pela curiosidade e pelo clima que se criava, resolveu acompanhar minha ousadia e, tirou sua pica pra fora também. O calor aumentou, tirei a roupa e, algum tempo depois, ainda timidamente, ele fez o mesmo. O silêncio entre nós parecia dizer muito mais do que qualquer palavra.

Eu e Davi estávamos lado a lado no sofá, assistindo a um filme e batendo punheta. Aquela situação era completamente inédita entre nós. Depois de conversas e brincadeiras sobre sexo e putarias, nunca imaginamos chegar àquele momento. Ficamos curtindo o momento, ambos de pau duro, alisando nossas próprias picas... Observei a pica dele; era um pouco menor, porém mais grossa que a minha, a cabeça molhada, brilhava. Sem perceber, eu já olhava mais para a pica de Davi, do que para o filme. Quando olhei para ele, notei que ele fazia o mesmo.

Tomado por um impulso inesperado, levei a mão até a pica de Davi. Ele me olhou com surpresa, arregalando os olhos, mas acabou correspondendo ao gesto. Ficamos muito próximos, descobrindo uma intimidade que jamais havíamos experimentado batendo punheta um pra o outro, sentindo a textura e rigidez da pica um do outro. Davi demonstrava mais timidez e hesitação, enquanto eu, mais atrevido, parecia bastante à vontade, minha pica começou a babar, babava tanto que escorria, facilitando o deslizamento da mão do Davi. Percebi sua insegurança e, olhando em seus olhos, procurei transmitir tranquilidade, deixando claro que não havia pressa e que tudo deveria acontecer apenas se fosse do agrado dos dois.

Davi já tinha perdido qualquer pudor, sua mão ia até a cabeça da minha pica, dava uma leve apertada, e descia novamente. Aos poucos, ele foi se soltando. Ambos, já esquecendo da TV. Minha pica enchia sua mão, pulsava. O tesão tomava conta do meu corpo. Sem pensar muito, ele foi se inclinando para o lado, aproximando seu rosto da minha pica, chegou bem perto... hesitou por um momento, e então colocou a boca na cabeça da minha pica. Eu gemi... Foi mamando, como minha namorada fazia. Embora, no começo sem jeito, logo foi aprendendo e engolia até a metade de minha pica, o safado, parecia saber o que fazia. A boca melada, deslizava engolindo minha pica. Ficava só com a cabeça na boca, e a massageava com a língua, lambia meu saco, erguei minhas pernas meteu a língua no meu cu e começou a chupar, fodendo meu cuzinho com a língua, eu urrava de prazer e me contorcia todo.

Puxei ele, para o tapete. A princípio, meio sem jeito, fizemos um 69. Mas, foi questão de tempo, para pegarmos o jeito. Eu mamava na pica de Davi, enquanto sentia a boca dele, engolindo a minha rola. Segurei sua cabeça, ele ficou lambendo a cabeça da minha rola, engolindo o melzinho que saia dela dizendo: PH, isso tem um sabor delicioso. A boca melada do Davi, me deixava louco. Às vezes, eu ficava parado, com minha pica na boca dele, sentindo o que ele fazia na minha pica. Depois, fiquei segurando a pica dele pela base, fiquei chupando, movendo minha cabeça, para frente e para trás, fazendo meus lábios massagearem a cabeça, que entrada e saia de minha boca. Davi gemia, e me chupava com mais força. Senti minha pica inchar e, sem aviso prévio, soltei um jato de porra quente, enchendo sua boca. Tomado por um tesão anormal, continuou mamando, engolindo um pouco daquele leite. Ao mesmo tempo, ele também gozou!

Davi levantou-se e avisou:

— Vou tomar um banho, vamos, PH?

— Vamos, grandão! Mas não pense que vou deixar de implicar com você nem debaixo do chuveiro! — Respondi, com meu habitual ar atrevido.

Foi então que eu sai da água com o pau duro, era 21 cm de nervo duro e muito grosso, caminhei na direção de Davi, com meu habitual ar atrevido e provocador.

— Olha só como você me deixou, grandão! Agora vou ter que te comer de qualquer jeito!

Davi sorriu, surpreso com minha ousadia, tentando fugir, mas o segurei e o joguei no chão e o imobilizei.

Ou você me dá esse cuzinho gostoso, ou vou te comer a força.

Davi começou a chorar e a implorar para que eu não fizesse aquilo. Mas ignorei seus pedidos e o empurrei com força, fazendo-o cair no chão, ao perceber que Davi havia notado minha excitação, aproximei-me dele e disse:

— Você está gostando, não está? Agora, chupa!

Eu enfiei meu pau na sua boca quase o fazendo engasgar, fiquei forçando sua cabeça e ele quase sufocando, fiquei fodendo sua boca, de repente puxei-o pelos cabelos.

Ou você chupa direito ou eu vou te arregaçar.

— Vai, meu grandão, coopera comigo! Assim vai ficar bom. Sei que você também quer, mas, se realmente não quiser, me desculpe. Eu paro imediatamente, sem insistir.

— Eu quero, baixinho, mas, se começar a doer, você para?

— Na mesma hora, prometo!

Foi quando ele me surpreendeu e me deu um beijo. Na hora, eu tentei sair, mas foi ficando bom e me entreguei. Um beijo muito gostoso do meu grandão!

- Viu, eu não disse que ia ficar gostoso? agora me chupa direito.

Davi começou a lamber a cabeça, e as minhas bolas, depois tentava engolir o máximo conseguia, eu gemia muita, tava indo ao delírio, ele começou a passar a mão na minha bunda, fiz o mesmo com ele, alisava sua bunda e passava os meus dedos no seu cuzinho, eu tava adorando aquilo, e senti que ele também, ele começou a me chupar mais rápido, pedi pra ele levantar-se que senão eu ia gozar, mas antes queria comer seu cuzinho.

Nessa hora, o Davi estava fora de si e pediu pra ele comer ele gostoso.

- Então vem aqui, pede rola meu grandão!

Ele gemia e pedia pra eu lhe comer, ficou de quatro e eu coloquei meus 21 cm na porta do seu cu e forcei, meti de uma vez entrou metade, na hora eu achei que o Davi iria desmaiar, vi na cara dele que a dor era grande, forcei até entrar tudo e fiquei parado, ele chorava e pedia pra tirar de tanta dor.

- Calma, grandão, já tá tudo dentro, agora é só acostumar.

Eu não tava acreditando que eu estava com meu pinto daquele tamanho dentro do Davi, e isso foi aumentando meu tesão. Davi começou a rebolar no meu pau, mesmo sentindo dor ele pediu pra eu não parar.

- Tá gostando, né? Agora vou te arregaçar.

Comecei a bombar forte no cuzinho do Davi, parecia um cavalo metendo na égua. O Davi dizia que seu cu ardia muito, mas que estava lhe dando um tesão que nunca tinha sentido antes, e pedia pra eu meter mais forte, e eu metia, cada vez mais fundo, o levando ao delírio.

O comi por uns 15 minutos naquela posição, depois pedi que ele sentasse em meu pau. Davi sentou e começou a rebolar, eu metia e ele fazia força de encontro ao meu pau, e pedia pra eu meter mais forte e eu o arregaçava, foi quando ele gozou sem encostar no seu pau.

O comi em diversas posições, frango assado, minha pica entrava e saia de seu cu e eu olhando nos seus olhos, de quatro, minhas bolas batiam na sua bunda, de lado, minha rola deslindo gostoso em seu cuzinho, ficamos quase uma hora com ele dando aquele cuzinho gostoso pra mim, quando anunciei que ia gozar, mandei ele se levantar e falei que ia encher sua boca de porra.

Davi ficou de joelho e pedia por leitinho, eu enfiei meu pau no fundo da sua garganta e gozei vários jatos de porra segurando sua cabeça e fazendo ele engolir tudo e limpar meu pau, coisa que ele atendeu com muito gosto.

Quando tudo terminou, caímos exaustos no chão.

— Davi, você é uma delícia! Acho que vou querer comer seu cuzinho todos os dias, seu grandão. Mas não se esqueça: quero você por perto, viu?

— Olha só, baixinho, já está querendo fazer disso uma rotina? Você é abusado mesmo, hein! Mas, confesso, também gostei. Só não vai pensando que sou tão fácil de conquistar!

Rimos, sem nos afastarmos, cada um sustentando sua pose e querendo ter a última palavra. Dois marrentos, orgulhosos e teimosos, nenhum disposto a dar o braço a torcer!

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