✒ Escrito por humanoTabu · 11 minConto #88

O Maconheiro Novinho!

por Apolo98

Sou o Fael, tenho 30 anos, 1,65 m de altura e 60 kg. Sou moreno claro, uso o cabelo raspado na maquininha 2 e tenho um físico enxuto. Mas existe uma característica da qual me orgulho particularmente: meus 22 cm, um atributo que considero desproporcional à minha estatura e que alimenta bastante a minha vaidade.

Numa sexta-feira, fiquei até mais tarde no escritório. Por volta das nove da noite, finalmente encerrei o expediente, fui até o estacionamento, entrei no carro e peguei o caminho de casa. Ao passar por uma pracinha, porém, avistei um rapaz loirinho sentado num banco, sob a luz amarelada de um poste. A cena me chamou a atenção, e resolvi parar um instante.

Estacionei nas proximidades, desci do carro e, como quem não queria nada, acendi um cigarro. Não demorou para o rapaz se aproximar. Tinha uns 19 anos, era baixinho, com aproximadamente 1,60 m e uns 50 kg, magrinho, de pele bem clarinha e cabelos loiros, cacheados e ainda úmidos, como se tivesse acabado de sair do banho. Seus olhos claros, num tom esverdeado, destacavam-se no rosto juvenil. Vestia roupas no estilo skatista, que combinavam com seu jeito descontraído. Era daqueles rapazes de aparência franzina, sorriso espontâneo e um ar de moleque que chamava a atenção sem precisar fazer esforço.

Ele parou diante de mim, lançou um olhar para o cigarro entre meus dedos e perguntou, sem a menor cerimônia:

— Mano, pode me dar um cigarro?

Estendi o maço na direção dele.

— Pega aí.

O rapaz retirou um cigarro e abriu um sorriso.

— Valeu, parceiro!

Acendeu o cigarro e ficou por ali, puxando conversa como se já me conhecesse havia tempos. Chamava-se Pedro. Era simpático, falante e tinha um jeito espontâneo de responder, misturando certa ingenuidade na aparência com uma desenvoltura inesperada na conversa. Apesar do ar juvenil e do jeito de moleque, não demonstrava vergonha alguma em puxar assunto com um desconhecido. Pelo contrário, parecia bastante à vontade, como se conversar com estranhos fosse a coisa mais natural do mundo.

— Tá saindo do trabalho? — perguntou.

— Tô. Sexta-feira puxada. E você, tá fazendo o que por aqui?

Ele deu de ombros.

— Matando o tempo.

Continuamos conversando por alguns minutos, até que Pedro ficou mais inquieto. Passou a mão pelos cabelos, olhou para o outro lado da praça e finalmente resolveu pedir ajuda.

— Fael, consegue me fortalecer com vinte reais?

— Pra quê? — Perguntei, embora já desconfiasse da resposta.

— Pra comprar maconha, mano. Tô há dois dias sem fumar e tá difícil.

Fiquei observando aquele loirinho. Ele não tentou inventar uma história elaborada nem esconder o motivo. Admitiu a situação com uma sinceridade quase desconcertante.

— Você sabe que está ficando dependente disso, né?

— Sei, mas não é tão fácil parar.

Não entrei numa discussão. A conversa já tinha me deixado curioso a respeito dele, e resolvi mudar de assunto.

— Escuta, Pedro. Vou falar sem rodeios: você é maior de idade, eu também sou adulto e estou interessado em você. Se a atração for recíproca, queria te convidar para irmos a um lugar mais tranquilo, conversarmos com privacidade e vermos se rola alguma coisa entre nós. Sem pressão. Você topa?

Pedro me olhou por um instante, como se não esperasse tanta franqueza. Depois abriu um sorriso.

— Topo, mano! Por mim, tranquilo.

A resposta veio tão depressa que acabei rindo.

— Nem precisou pensar?

— Ué, você pediu pra eu falar a verdade! Eu também sei o que quero, Fael.

Gostei da segurança com que respondeu. Apesar da aparência juvenil, Pedro não ficou fazendo rodeios nem inventando desculpas. Conversamos mais um pouco sobre o que cada um esperava daquele encontro, deixando claro que qualquer coisa aconteceria porque ambos queriam.

Olhei o relógio e indiquei meu carro.

— Então vamos sair daqui. Conheço um lugar onde podemos conversar sem esse movimento todo.

— Bora! — respondeu ele, levantando-se do banco.

Antes de entrarmos no carro, lembrei do pedido inicial. Tirei a carteira do bolso, peguei uma nota de vinte reais e entreguei a Pedro.

— Aqui está o dinheiro que você pediu.

Ele recebeu a nota e sorriu.

— Valeu mesmo, Fael.

— Só espero que você pense com carinho no que me contou sobre a maconha. Não precisa resolver tudo hoje, mas também não pode fingir que não existe um problema.

Pedro ficou sério por um instante, guardou o dinheiro e assentiu.

— Eu sei, mano. Preciso mesmo pensar nisso.

Entramos no carro e saímos da pracinha, seguindo pelas ruas menos movimentadas. Pedro estava ao meu lado, com aquele sorriso atrevido e uma curiosidade que já não fazia questão de esconder.

Depois de alguns minutos, ele virou o rosto na minha direção.

— Fael, pra onde tu estás me levando?

Olhei rapidamente para ele e respondi sem rodeios:

— Assim como tu foste direto na tua resposta, também vou ser direto contigo: estamos indo pra um motel. Tudo bem pra ti?

Pedro me encarou por alguns segundos, como se estivesse avaliando minha sinceridade.

— Tranquilo, mano. Só quero deixar uma coisa bem clara: tu não vais fazer nada que eu não queira, certo? A gente só faz aquilo com que os dois concordem.

Gostei da maneira como ele falou. Apesar do jeito descontraído, sabia estabelecer seus limites.

— Combinado, Pedro. Nada de pressão. O que não for bom pros dois, não acontece. Simples assim.

— Então beleza, Fael. Bora!

Pouco depois, chegamos ao motel. Fizemos o check-in e seguimos até o quarto. Assim que entramos, Pedro olhou ao redor, soltou uma risadinha e voltou a me encarar.

— E agora, baixinho? — Provocou, com um sorriso maroto.

Fechei a porta, virei-me para ele e ri.

— Agora, loirinho, a gente conversa sem pressa e decide juntos o que vai acontecer, ele começa uma punheta em meu pau, mão macia e lisinha, aquele menino me masturbando e meu pau já durão e de repente ele fala, se eu lamber teu saco tu me dar mais 20 contos, eu digo abaixa aí e ele veste minha cueca, abaixa e começa a beija minha rola e saco por cima da cueca, e punhetaando sem tirar minha cueca, e abaixa sua bermuda dele começa cheira e lamber meu pau se punhetaando também, aí eu não aguento mais e falo ta fazendo cu doce moleque, chupa logo essa porra, ele olha pra mim e diz, teu pau é muito grande cabe na minha boca não, eu sou baixinho.

Também sou baixinho, aí ele diz quase chorando so que eu não tenho um pau de cavalo igual o teu não.

Abre a boca e coloca o que der, ele foi beijando a cabeça do meu pau, meio desafeitado dava pra ver que o moleque não tinha experiência mesmo, mas deixei ele a vontade e quando ele começou a chupar segurei a cabeça dele e falei agora tu vai engolir tudo, metia no fundo na garganta dele e ele engasgava, levantei ele e o puto tava de pau duro, uns 15cm dou um beijo na boca dele que tenta se esquiva dizendo que não é viado e que gosta de bucetas e eu falo pra ele que também curto bucetas, mas que hoje quero mesmo é foder o cuzinho dele, daí ele fica apavorado.

Viro ele de costa arranca a bermuda dele até os pés e meto a língua naquele cuzinho virgem e cheiroso, o moleque tinha tomado banho pois o rabinho dele estava com cheiro de sabonete, começo a chupar o cu dele, e não é que o putinho se arrepiou, babei bem e encosto ele de bruços e ele diz, não vou te dar o cu não, não combinamos isso não, mais aí eu digo te dou R$ 50,00.

— Tu vais me machucar, Fael!

— Não vou forçar nada, Pedro. Pode ser desconfortável no começo, mas a gente vai devagar e só continua se tu estiveres bem.

Ele me olhou, ainda um pouco apreensivo, e perguntou:

— Tá bem, Fael… mas, se eu te pedir pra parar, tu paras mesmo?

— Na mesma hora, Pedro. Se tu disseres pra parar, eu paro. Não precisas ter medo de me dizer o que queres ou não queres.

Pedro pareceu mais tranquilo e assentiu devagar.

— Tá bom. Então vamos com calma, beleza?

Dei-lhe um beijo, encostei a cabeça de meu pau na portinha e comecei a forçar, como meu pau baba muito e mesmo sendo grande e grosso e o cuzinho dele pequenininho e virgem, fui pincelando a cabeça no meu pau no cuzinho dele e logo entra a cabeça, o moleque dar um grito e começa a chorar eu tiro um pouco, coloco ele de 4 e pergunto quer parar?

Não Fael, já que começamos vamos até o final, porque estou louco pra gozar, eu meto no cuzinho dele que já está um pouco aberto e vou bombando e batendo uma pra ele, depois o deito de ladinho, engato minha pica no seu cu e vou deslisando, ficamos alguns minutos nessa posição e o coloco de frango assado e meto a rola nele novamente, olhando nos seu olhos, as vezes ele chora e vejo o choro dele se transformando em riso, ficamos metendo por uns 20 minutos aí ele começa a contrair o cu, mordendo minha rola e diz que vai gozar e solta vários jatos de porra nessa hora soco forte e derramo meu leite dentro daquele cuzinho virgem e gostoso.

Pedro, sentado ao meu lado, parecia tão satisfeito quanto eu com o rumo que a noite havia tomado. De vez em quando, virava o rosto na minha direção e sorria, como se ainda achasse graça na maneira direta com que eu fizera o convite. Aquele loirinho, baixinho e magrinho, tinha um jeito espontâneo que me divertia e uma facilidade impressionante para deixar a conversa descontraída.

O que começara com um cigarro, uma conversa inesperada e um pedido de vinte reais acabou se transformando numa aproximação que nenhum dos dois parecia querer encerrar tão cedo. Trocamos nossos números de telefone e, antes de nos despedirmos, dei mais cem reais a Pedro. Ele agradeceu, guardou o dinheiro e ficou me olhando com um sorriso tímido.

Depois de alguns instantes, perguntou:

— Fael, tu podes me levar pra casa? Assim já ficas sabendo onde me encontrar quando quiseres me ver de novo.

Sorri, satisfeito com a iniciativa.

— Claro, Pedro. Agora que tenho teu telefone e vou conhecer teu endereço, não vai faltar oportunidade pra gente conversar outra vez.

— Então fechou, mano! — respondeu ele, animado, ajeitando os cachinhos loiros enquanto me indicava o caminho.

Liguei o carro e segui as orientações dele. No caminho, continuamos conversando e brincando um com o outro. Eu ainda não sabia o que aquela aproximação reservaria para o futuro, mas uma coisa era certa: aquela sexta-feira, que parecia destinada a terminar como qualquer outra, acabara me dando um novo contato e um bom motivo para querer reencontrar Pedro.

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