A Submissão de Thiago-Parte 14.1- Treino Pesado
Conto originalmente publicado na Casa dos Contos Eróticos em 21/10/26. Republicado no Contos Eróticos CNN em 22/10/26.
____________________________________________– Acorda, princesa! – ouvi a voz grossa do Yuri explodindo no meu ouvido – Tá na hora já!– Tá na hora do quê, mano?- falei sonolento, me espreguiçando. Procurei meu celular, que tava jogado no chão, pra ver as horas – caralho, Yuri, 6 da manhã? Tu não tem nada melhor pra fazer, não? Hoje é sábado, mano!– Melhor que isso? Impossível...- ele me respondeu com aquele sorrisinho malandro clássico – touxe café pra você...mas viu, não acostuma não! Tô bonzinho hoje, mas é porque sei que vou ter que pegar leve contigo nesse começo...Me cobri com o lençól. Olhei em volta, tentando achar o café que o Yuri tinha me trazido. E não é que o maluco tinha falado a verdade? Encontrei a bandeja na mesinha de lado: tinha uma xícara de café, ovos mexidos, banana com granola, umas torradas e um copo do que parecia ser uma bebida batida. Notei que tudo tinha sido preparado com cuidado, não com aquele desleixo com o qual eu imaginava que os moleques da Sinistra faziam tudo. A ideia do Yuri me trazer café da manhã na cama era...estranha, pra dizer o mínimo, mas não consegui deixar de sorrir. Nunca imaginei que aquele troglodita seria capaz de fazer um gesto que era, na real, até que bem romântico!Peguei a xícara de café, bem cheirosa por sinal. Já mais desperto, reparei no Yuri. Ele tava sem camisa, com a chavinha brilhando no meio daquele peitão peludo, usando só uma bermuda de fut preta. Dava pra ver o começo da pentelhada vasta dele, enquanto o pau - como sempre!- tava marcando. Passei a língua nos lábios, olhandi pra pontinha que era onde claramente a cabeça a cabeça da pica do Yuri “Caralho Thiago, você mal acordou e já tá com fogo, moleque!’.Porra, o café da manhã que eu realmente queria era os 20 cm daquela linguiça grossa!– Que fome, hein bebê? – ele me provocou, sentando na lateral da cama e coçando o saco – sabe Thiago, tu tem que ser mais discreto...se ficar manjando rola assim no vestiário, os teus parças vão logo descobrir que tu é putinha!– Ah Yuri, não enche! – desviei o olhar, besta de ver como o Yuri era esperto – me fala logo, porque tu me acordou tão cedo?– Pois é Thi Thi, esse agora vai ser seu novo horário....mas até aí tudo bem, porque você já deve tá acostumado a acordar cedo pra treinar, né, meu jogador? Aliás, acabei de te mandar teu novo treino no teu celular. Dá uma olhada!– Yuri, eu já tenho meu treino! – falei me endiretando na cama, com a xícara de café na mão- Tu não pode simplesmente chegar assim e mudar tudo!– Claro que posso – o Yuri enrugou a testa, me olhando como se eu tivesse falado o maior absurdo do mundo. Ele então roubou uma torrada do meu prato e deu uma moridada - não só posso, como vou. Vê aí, Thiago. Quero ver o que tu acha...Curioso, abri o celular pra ver o que o Yuri tinha aprontado. Mano...Eu já treinava pesado naquela época. Mas o treino que aquele doido tinha proposto era outro papo!– Seis vezes na semana, Yuri? – perguntei, rolando o dedo na tela- Eque tanto é esse de treino de perna? Só tem agachamento, afundo e leg press nessa porra!– Mas é óbvio que sim, Thiago! A gente tem que te manter gostosa! - o Yuri estava cada vez mais safado, me olhando sem a menor vergonha. Com a calma de um professor, ele começou a me explicar- mas fica tranquilo, eu pensei em tudo. O foco vai ser inferiores, mas tipo, quando tu tiver em época de campeonato, a gente ajusta o treino. Também incluí umas paradas aí mais de prevenção, pra te ajudar em campo, meu craque! E além disso, a gente vai trabalhar também costas e ombros, pra tu não ficar despropocional.Ele então pousou a mão no meu peito, acariciando a pele recém-depilada:– Ah, e um pouco de peito também! Tu sabe que me amarro nessas tuas tetas!Com o braço esquerdo, afastei a mão do Yuri. Estava em choque, mas com um tesão doido com a ideia de um outro cara exercer um controle tão grande sobre minha rotina:– Não, tá, o treino tá até que bem feito...- comentei guardando o celular na mesa do lado - mas porra, intenso né? Tu tá ligado que eu faço faculdade também, né?– Ah Thi Thi, mas você é inteligente, certeza que vai dar conta. E na verdade, a gente tem que deixar uma coisa clara... – ele fez uma pausa, se deliciando com o controle que ele tinha da situação – sei que tu quer a porra do diploma e adora jogar bola, mas a tua prioridade número 1 a partir de agora é uma: me servir. Pensei nesse treino aqui em detalhe, pra modelar o teu corpo do jeitinho que eu curto.– Yuri, não sei...- falei sem convicção, assustado com a forma como ele tinha dito tudo aquilo tão a sério- talvez isso não seria meio...– Ah, nada disso. Lembra que a escolha foi tua, Thi Thi! – ele me interrompeu, apontando pra chavinha no meio do peitoral peludo – repete comigo: “minha meta de vida é ficar gostosa pro meu macho”– Minha meta de vida é ficar gostosa pro meu macho!- cacete, por mais que odiassse admitir, adorava esse “jogral” que o Yuri me obrigava a repetir.– Muito bem! – ele disse quase como um adestrador, incentivando um cachorro com um petisco depois de um truque bem feito – e ah, falando nisso, esqueci de te mandar tua dieta!– DIETA? – fiquei tão em choque que até me ergui na cama - Ah Yuri, não fode, mano! Eu já faço dieta!– Sim, dieta também! E pode ir dizendo adeus pra breja, Thi Thi...não quero você com pança!– Porra Yuri, mas a gente tá na porra facul no meio do interior! Como é que vou ficar sem beber? O que os caras vão falar?– Hmmm, isso meio que não é problema meu, né? E bom, se tu se comportar e seguir tudo direitinho, quem sabe eu não te libero alguma coisa alcóolica...– Tipo, breja? – perguntei, cheio de esperança.– Não...- ele olhou pra baixo e ergueu as sobrancelhas- um vinho branco, geladinho. Bem mocinha. Vai por mim, Thi Thi, combina mais com você.– Tá... tu já mexeu no meu treino, na minha dieta...algo mais? – perguntei impaciente, mas ao mesmo tempo morto de curiosidade– Tem sim...- meu Deus, parecia que a lista das minhas novas obrigações não acabava nunca – a gente tem que falar sobre seu guarda-roupa, Thiago...– NEM VEM COM ESSA POR...– Shhhhhh – o Yuri colocou o dedo na minha boca– calma, tu nem me ouviu! Fica de boa, não vai mudar muita coisa! É simples: tu vai usar sempre camisa de time. Mas vou mandar ajustar todas elas, pra deixar mais justo. Pouca coisa, só o suficiente pro biquinho da teta sempre ficar marcando! Ah, e vou mandar ajustar tuas bermudas também! A partir de agora, quero você só de shortinho curto e apertado! Desses que fica entrando no rabo, sabe? Calça vai ser raridade, só quando eu mandar!– Yuri, por favor! Não tem a menor condição de você decidir até o que eu vou vestir!– Tem sim...e você sabe disso.– Porra Yuri, mas imagina como vai ser: eu todo dia de shortinho na facul! Ninguém vai me levar a sério, mano!O Yuri soltou uma risada alta.– Ai Thiago, só você mesmo!Vamo lá, deixa eu te explicar de uma forma que acho que tu vai entender: pensa em qualquer mina gostosa da facul. A Ju, por exemplo! Me diz: como é que ela tá sempre vestida?– Ah, ela sempre tá de top...minissaia, essas porra...- respondi, sem entender (ou fingindo não entender) onde ele queria chegar.– Exato, Thi Thi! – o Yuri abriu os braços - Porque a Ju sabe que é uma gostosa e não tem medo disso! Não se faz de tonto: tu sabe que tu é uma delícia! Aposto. que tem até professor que comenta da tua bunda!. Deixa os machos te admirarem, bebê!– Ai...Yuri....- eu gemi, só imaginando a mera possibilidade dos outros caras e até mesmo alguns professores que achava gatos ficarem admirando minha bunda – não sei cara, isso tudo parece ser...– Eu sei... – o Yuri voltou prum tom mais sério – sei que é bastante informação. Tem até mais coisa, mas por hoje acho que tá bom. Mas eu te conheço, tu pega o jeito fácil...– Mas mano..como é que a gente vai fazer quando a Amandinha voltar? – naquela época, não tinha ideia do quanto aquela pergunta era ingênua- Meu, tu sabe que a gente não vai continuar nessa pra sempre, né?– Hmmmm, óbvio que sei... – ele deu mais um sorrisinho, misterioso – bom Thiago, bora lá! Toma seu café aí que depois quero que você faça mais uma coisinha pra mim...– O quê?– Você vai ver...toma seu café com calma...Acho que aquela foi a primeira vez que descumpri uma ordem do Yuri: botei o café pra dentro do só em gole só:– Pronto, Yuri!- anunciei, com um tom de obediência de irmão caçula, querendo impressionar o mais velho.– Boa, Thi Thi! Pode vestir a cueca e a camisa do Real- ele me disse, já de pé- vem comigo!O Yuri então me indicou com o dedo para seguir os passos dele. Mano, aquela porra de porão era enorme! E o Yuri, com certeza, acendia só o mínimo de luzes de propósito, para provocar minha imaginação sobre o que eram aqueles contornos de máquinas e objetos que existiam nas sombras. Ele me guiou para o outro lado do porão e abriu uma porta. Depois da gente descer uns pequenos degraus, o Yuri ligou a luz, revelando mais um cômodo daquele labirinto que era a Sinistra.Caralho! Não é que, do mais absoluto nada, a gente tinha chegado em um lugar que era uma academia perfeita? Tipo, não era completa como uma daquelas academias de rede mais caras, longe disso. Mas sem zoeira, aquele lugar podia ser comparado com uma boa academia de bairro - com alguns equipamentos meio velhos, mas com o essencial para um treino decente. O clima era estranho, porque ao contrário das academias que eu ia desde a adolescência, ela era escura, iluminada quase como uma sala de interrogatório. Era quase como se alguém tivesse tido a ideia de criar uma academia em uma masmorra!Mas o mais foda era um ringue de boxe que ficava bem no centro, mais elevado, com saco de pancadas e tudo. Me aproximei e consegui ver algumas marcas de suor no chão. O cheiro não mentia: dois caras, provavelmente da Sinistra tinham lutado ali, fazia pouco tempo. Só de imaginar dois daqueles malucos - não sei por que, logo me veio à mente a imagem do Marcão e do Nicolas – sem camisa, se pegando em uma luta brutal, com suor pingando pelo corpo, senti meu pau latejar dentro do cintinho:– Gostou, bebê? Advinha quem criou isso tudo aqui? – o Yuri bateu no peitoral peludo. “Caralho, qual será o treino de peito dele? Tá cada dia maior essa porra!”, pensei – quer dizer, com a ajuda de babacas igual a teu amiguinho Bernardo, que tem fetiche em perder grana no pôquer!“Nossa, o Bê!”. Fazia tempo que eu nem pensava naquele filho da puta! Por um segundo, me perguntei por onde meu ex-amigo andava. Mas eu tava muito curioso por aquele novo lugar do Yuri pra perder tempo pensando em um imbecil como o Bernardo!– Caralho Yuri...- falei, verdadeiramente admirando com o que via – ficou foda mesmo!– Curtiu mesmo, Thi Thi? – ele disse todo orgulhoso. Achei engraçado como ele, apesar de toda aquela banca de dominador, claramente ligava pra minha opinião – que bom, porque é aqui que tu ai treinar todo dia!– QUÊ? Mas como assim, Yuri? Eu já faço academia mano, não precisa de nada disso!– Pode cancelar aquela porra! Agora tu treina aqui, comigo de olho! Aliás, de nada por te ajuda a economizar, trouxa! – e chegando mais perto, ele me olhou de cima a baixo, com aquele jeito descarado de quem sabe o que é seu – Mas antes de treinar, tu vai fazer uma coisinha pro teu macho... hoje vai ser mais um sonho que o Yurizão aqui vai realizar! Tá vendo a bola de futebol ali no canto, na beirada do ringue?– Tô...- falei, ainda processando o fato do Yuri ter se chamado de “Yurizão”, o que era uma novidade.– Beleza...o que eu quero na real é muito simples, Thiago. Tu vai fazer uma exibição de embaixinha pra mim!– Calma, quê? – Opa, por essa eu não esperava! – tipo...só isso?– Só isso não, besta! Eu já vi tu fazendo embaixinha antes de começar o jogo pra se exibir pra arquibancada. Certeza que foi assim que aquela otária da Amandinha caiu na tua! – mano do céu, não é que daquele quartinho o Yuri realmente assistia tudo o que rolava em campo?- agora tu vai fazer pro teu homem! Mas eu quero capricho nessa porra, hein?– Tá, isso eu sei fazer, óbvio...- eu disse, já indo pegar a bola, enquanto o Yuri caminhava para um sofá jogado perto do ringue. Com a bola na mão, perguntei- posso começar?– Hmmm, falta uma coisinha...- ele se jogou com tudo no sofá, botando o pé na mesinha da frente- tira a cueca! Quero ver teu grelo balançando enquanto tu se exibe!– Porra Yuri, mas assim eu não vou conseguir me concentrar...sei lá mano, zoado isso!– Cala a boca, Thiago! Até parece que tu não tá ovulando só de pensar nisso! Vai, tira a cueca, puta!Mano do céu! Quem diria: fazer embaixinha sempre tinha sido um dos meus orgulhos. E agora eu estava prestes a fazer uma exibição só de camisa, com o pau preso em uma gaiola rosa, pro prazer de outro cara! Fiquei do jeito que ele tinha pedido e comecei a bater. Primeiro meio tímido, alternando entre as duas pernas. Mas toda vez que tentava fazer alguma parada mais elaborada, a bola simplesmente parecia querer fugir do meu pé. Não conseguia ver a cara do Yuri- apenas alguns relances, quando criava coragem de erguer o rosto e encarar ele quando ia buscar a bola que caía longe. Mas tinha certeza que ele estava irritado:– Porra, é ESSE o craque da facul? O grande Thiagão do futebol?- o Yuri gritou do sofá, bufando, como se tivesse reclamando de um jogo na TV – Não tá acertando nem as mais simples, caralho!– Calma, Yuri! É que pô, descalço também fica mais foda, né?– Ih, que papinho furado hein! – ele pegou uma almofada e jogou na minha direção, me fazendo desviar- vai vagabunda, trabalha direito! Tem esse coxão grosso pra quê?Tá, ok, eu até podia estar me submetendo ao Yuri- das formas mais humilhantes possíveis -mas isso não significava que não ficava bolado com ele me arrastando assim! “Vou mostrar pra esse FDP como é que faz”, pensei enquanto recolhia a bola, depois de mais um erro. Beleza, tava ali fazendo embaixadinha com a porra de uma gaiola rosinha prendendo meu pau? Até podia, mas ia fazer do melhor jeito possível!“Não tira o olho da bola e conta!”, repetia mentalmente, batendo a bola com o peito do pé. Demorou um pouco, mas logo engatei em um fluxo bom. Passando o nervoso, comecei a sair do básico e variar um pouco mais: meti ums embaixadinhas de joelho, alternando com umas de coxa. “Cnquenta e um, cinquenta e dois...”. Fui ficando cada vez animado: porra, aí sim, agora a gente tava falando sério! Pegando o embalo, bati um bom número de embaixadinha de ombros, alternando com o calcanhar e coxa, antes de dominar a bola nas costas e devolver pro pé.– ISSO, gostosa! Capricha pro pai, vai! – o Yuri gritava. Não conseguia olhar direito pra ele, mas imaginava ele todo gostoso largado no sofá – agora dá uma voltinha pra ver esse rabetão quicando!Mais animado, o Yuri passou a dar ordens: “mete mais ombrinho, Thi Thi”, “mata no peito, campeão”. Caralho, que tesão insano era me sentir um brinquedo na mão daquele cara, saber que eu estava ali única e exclusivamente pra cumprir com as vontades de um macho daquele!– Tira a camisa, Thi Thi. Tá na hora de colocas as tetas pra jogo!Ele falou, daquele jeito xucro, do sofá. Bem nessa hora, parei a bola. Não pude deixar de reparar que o volume do maluco tava ABSURDO no calção!– Tá vendo como tu me deixa, bebê? – ele deu uma pegada no pau duração, orgulhoso. Parecia que aquela porra iria rasgar o tecido do calção – Quem mandou ser tão tesuda? Vai princesa, fica peladinha pro teu Yuri!Tirei a camisa do Real- aquela mesma que tinha usado no bendito ensaio da loja esportiva do meu tio! - e joguei pra longe. Se o Yuri me queria “peladinha”, era isso o que ele iria ter! Recomecei as embaixadinhas, e MANO DO CÉU, que sequência! Dei um giro de 360º e retomei a bola sem deixar cair e pra finalizar, meti uma volta ao mundo dupla! Tudo isso com o estilo limpo e tranquilo, clássico do “Thiagão”!– AEE PORRA, isso que é classe, hein Thi Thi?– o Yuri elogiou do sofá – agora, pra finalizar, faz uma sequência no chão, bebê!Nem questionei: agarrei a bola e sentei no chão, pronto pra cumprir com mais um desejo do Yuri. As palavras “pra finalizar” ressoaram na minha mente. O que me aguardava depois daquilo? Achei que depois do que tinha feito, fazer uma sequência sentado seria até que tranquila, mas não tinha passado pela minha cabeça uma coisa: naquela posição, ao olhar pra bola, não tinha jeito se não olhar pro meu pau engaiolado! A cada embaixadinha que fazia, lá via ele, balançando na gaiola rosa pra tudo que é lado! Era como se fosse um lembrete de que, apesar da exibição de gala que eu tinha feito, algo tinha mudado em mim pra sempre!– Isso, Thi Thi! Na técnica, vai! - o Yuri dizia- afasta só um pouco as pernas...Porra, com as pernas mais abertas, ficou mais difícil! A bola escapou, mas consegui recuperar rápido: eu tava uma verdadeira máquinha de fazer embaixadinha! Tudo o que me importava era estar ali, viver o momento, e dar um motivo pro Yuri se orgulhar de mim. A imagem da minha rola presa chacoalhando, do meu saco batendo no chão, com os escrachos do Yuri me incentivando ao fundo...não demorou muito pros primeiros fios de pré-gozo escorrem pela fendinha da gaiola!– Ahhh, que gracinha! Olha o grelo dela escorrendo! – o Yuri deu aquela zoada.Mano do céu: nem precisei ver pra saber que o Yuri tinha tirado a pica pra fora! Não sei se o cheiro forte de rola, ou se eu já tinha ganhado tipo um sexto sentido. Eu simplesmente olhei na direção dele e vi. Vi aquele monumento, aquele cacete perfeito, aquela pistola insana que me aparecia até em sonho, empunhada pra cima, deixando claro quem é que tava no controle.Deixei a bola cair, enfeitiçado por aquela pica linda!– Parabéns, tu trabalhou bem, Thi Thi- ele falava batendo uma de leve. A cabeçona da pau brilhava no meio da meia-luz do porão-..agora vem dar um trato no teu homem!Ameaçei me levantar, mas o Yuri foi rápido pra me corrigir:– Engatinhando, Thi Thi...levantar pra que, se já vai ficar de joelho mesmo?De quatro, com a bunda empinada pro alto, fui me rastejando para onde o Yuri tava. A caminhada durante questão de segundos, mas a humilhação foi tanta, mas tanta, que parecia que levou um milhão de anos. Mas por mais que a vergonha fosse gigante, ela só não era maior que a necessidade visceral de sentir o pauzão enorme do Yuri na minha boca:– Boa garota...- me posicionei de joelhos, bem na frente dele, com aquele cacete grosso balançando a centímetros do meu rosto – que show você deu agora, hein? Acho que tá na hora da sua recompensa...Sussurei “sim”. Meus olhos continuavam vidrados na picona do Yuri, fascinado com aquela obra de perfeição masculina. O cheiro forte da rola e do sacão me deixavam ainda mais hipnotizado. Desviei então os olhos para baixo, pra comparar com meu pau engaiolado. Encontrei o “Thiagão” reduzido a um enfeite no meio das minhas coxas grossas de jogador. 5cm de plástico rosa, encharcando o chão com pré gozo:– Porra, me amarro quando você a diferença entre a gente, Thi Thi...- ele empunhou a pica para mais perto do meu rosto. Tentei abocanhar ela, mas o Yuri desviou na última hora, dando um sorriso cruel – calma, antes de começar, quero que você se lembre de uma coisa: a mamada é o momento em que tu, como submisso, agradece seu macho por aquilo que ele vem te oferecendo. Hoje tu tá aqui, engaiolado, depilado, com treino e dieta nova, na trilha pra ganhar essa porra de campeonato que tu ama tanto! Não vai esquecer quem tá por trás disso...Ele então colocou as mãos atrás da cabela e suspirou, relaxadão. A ordem foi clara:– Chupa!Não perdi tempo: logo comecei a mamar a vara do Yuri, com a sede de um perdido que passou dias no deserto. Caralho, como fazia tanto tempo que não sentia aquele gosto salgado e forte de pica invadir minha boca. Não tinha ideia de como tava necessitado daquilo! Como a pica do Yuri era descomunal de grande, tive dificuldade de emvolver ela toda de primeira. Comecei devagare, saboreando a cabeçona rosa e testando meus limites aos poucos.Com o tempo, não diferente do que rolou com as embaixadinhas, fui ganhando confiança e comecei a ousar mais, conseguindo guardar todo o pauzão na minha boca, subindo e descendo até a garganta. No meio daquela animação toda, chegava a me engasgar, fazendo cair rios de baba, que se encontravam com a poça de pré-gozo que meu pau preso já tinha formado no chão. Mas eu não perdi o embalo: se aquela pica tivesse 40, 50cm, meu objetivo de vida era guardar cada um deles na minha boquinha!De tempos em tempos, procurava o olhar do Yuri: queria que ele sentisse todo o calor do meu “obrigado”. E ficava feliz de ver o Yuri, aquele cara sempre tão boladão, tão posturado, esbanjando um sorrisão no rosto e gemendo de tesão, com aquele urro grave dele. Me senti vaidoso de saber que tava mandando bem na mamada!– Caralho, Thi Thi!- ele chegou a se contorcer no sofá – tu é demais, puta que pariu! Agora aguenta bebê, que vem o grosso!Ele então mudou o ritmo da mamada, pegando na minha cabeça com as duas mãos. Mano, ele me agarrou tão forte que parecia que ele iria estourar meu crânio! Ele então deslizou com a vara duraça pela minha boca, penetrando na garganta como se fosse um cuzinho Fiquei sem ar, mas já tinha entendido que não precisava fazer mais nada, a não ser servir de depósito de porra daquele macho. O Yuri foi acelerando o ritmo. Eu sabia muito o que iria acontecer.– AHHHHHH, eu vou gozar, porra!- ele anunciou, alto o suficiente pra cidade toda ouvir- Eu vou gozar na boquinha da minha mina!Logo depois ele sacou o pau pra fora e me segurou pelo queixo, me obrigando a abrir a boca. Por instinto, botei a língua pra fora e olhei pra cima. Naquela posição, o Yuri, todo suado, parecia ainda maior, mais forte, mais impressionante. Mas ao mesmo tempo, vi aquele corpo ofegante, tremendo de excitação, e sabia que era um homem de carne e osso que tava ali na minha frente. Prestes a me presentear!Primeiro veio uma jatada forte, que disparou feito um foguete, cobrindo meu rosto até o cabelo. Me apressei em abocanhar aquela pica com a boca. E senti. Senti todo aquele creme salgado esporrar dentro de mim, aquela essência concentrada de macho me invadir. Era a primeira vez que o Yuri me dava leitinho na boca: senti que era um novo passo na nossa relação, uma nova intimidade que surgia entre a gente. O corpo do Yuri dava espasmos, como se aquela gozada tão farta, tão generosa, fosse um esforço digno de um touro!Depois de finalizar, o Yuri tirou a pica e me deu um “chorinho”. “Uau, uau, uau”, repetia na minha mente, em êxtase. De boca cheia, eu saboreava aquela gala quentinha, guardando cada gota como o mel valioso que era. O Yuri e eu não tirávamos os olhos um do outro. Até que ouvi veio a ordem, seca e direta:– Engole!Botei pra dentro. Orgulhoso, mostrei a língua, pra mostrar que tinha engolido tudinho. Como um aluno mostrando o caderno copiado pro professor:– Cacete Thi Thi... – ele sorria, ainda se recuperando do esforço- você é uma máquina, moleque!Ele então subiu a cueca e as calças. Fiquei na expectativa de que ele fosse dizer ou fazer alguma coisa. Mas não, ele realmente só tinha começado a se vestir:– Ué, Yuri?- eu falei ainda em transe, mal conseguindo ficar em pé- mas eu...eu...– Você...?- ele, já recuperado, nem dava mais sinal do cansaço de antes. Não conseguia desgrudar os olhos do volume dele formado no moletom.– Eu n-não...gozei!E bem quando essas palavras pularam da minha boca, um fiozinho vergonho de pré-gozo escpuliu da minha jaula rosa:– Ah, quer dizer que teu grelo ainda tá inchadinho? Fica calma que mais tarde eu cuido da tua buceta! Mas antes...– Mas antes?!– Mas antes, Thiago – o Yuri então jogou minha camisa do Real na direção da minha barriga, com tanta força que quase caí pra trás - tu vai limpar essa bagunça e treinar! Tá achando que o campeonato tá ganho, é? Bora lá, vagabunda!E olhando fixamente pro meu pau preso na gaiola rosa, o Yuri lambeu os lábios, como o lobo mal que ele era. Sem a menor pena do meu orgulho masculino, ele soltou vitorioso:– Mal posso esperar pra ver tu fazer agachamento com o grelinho de fora...
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