✒ Escrito por humanoTabu · 18 minConto #90

Na chacara com o filho do caseiro!

por Apolo98

héteroanalgay

Olá! Meu nome é Paulo Henrique, mas todo mundo me chama de PH. Tenho 23 anos, sou ruivo, tenho olhos cinzentos — meu pai diz que são da cor do céu quando está prestes a chover. Rsrsrs! Sou sardento, como quase todo ruivo, baixinho, com 1,62 m de altura e 55 kg. Hoje, meu corpo é bem definido por conta dos exercícios que pratico. Gosto muito de nadar, praticar judô, fazer hipismo e frequentar a academia.

Meus pais são diplomatas, mas minha mãe também é escritora.

Tudo isso aconteceu de verdade quando eu tinha 18 anos.

Era início de dezembro, eu estava de férias escolares e havia acabado de terminar um namoro com uma garota três anos mais velha do que eu. O término aconteceu numa sexta-feira e, querendo espairecer um pouco, falei com meu pai — que, na verdade, é meu padrasto, mas considero o melhor pai do mundo — que gostaria de passar uns dias na chácara.

Ele disse que não poderia me levar. Foi então que minha mãe se ofereceu, pois também queria aproveitar a tranquilidade do lugar para escrever mais um capítulo do livro que estava desenvolvendo.

Arrumei minhas coisas: algumas bermudas, camisetas, chinelo e um tênis. Não precisava levar muita coisa, porque a casa da chácara tinha de tudo, inclusive algumas roupas minhas que eu costumava deixar por lá.

Chegamos por volta das cinco da tarde. Fomos recebidos pelo Sebastião, o caseiro, que, assim que me viu, abriu um sorriso e comentou:

— Olha só! Em um ano, o doutorzinho virou homem! Já não é mais aquele menino de antes. E como vai o doutor Júlio?

Ele se referia ao meu pai, e minha mãe respondeu que ele estava bem.

Entramos para nos acomodar, mas eu mal larguei a mochila no quarto. Saí correndo para ver os cavalos, uma das minhas grandes paixões.

Quando cheguei ao estábulo, encontrei Carlos, filho do caseiro. Ele tinha uns 25 anos e estava colocando ração para os animais.

— O patrãozinho chegou agora! — anunciou ele, com aquele jeito brincalhão.

— Cheguei! E quero dar uma volta a cavalo!

— Hoje, não. Só amanhã, a menos que seu pai tenha pedido alguma coisa diferente.

— Meu pai não veio desta vez.

Carlos me olhou de cima a baixo e soltou uma risada.

— Rapaz, você cresceu mesmo! Já está virando homem!

Bom, crescido era uma maneira de dizer, porque, com meus modestos 1,62 m, eu continuava sendo baixinho. Rsrsrs!

Começamos a conversar. Carlos era um rapaz forte, provavelmente por causa do trabalho braçal. Tinha pele branca, cerca de 1,85 m de altura, uns 80 kg, cabelos castanhos e olhos da mesma cor.

Como sou apaixonado por cavalos e pratico hipismo, assunto não faltava.

Em determinado momento, Carlos comentou que sairia naquela noite para encontrar o pessoal da faculdade. Eles estavam comemorando a conclusão do curso antes da formatura. Ele havia terminado Agronomia, para orgulho dos pais, e seus estudos tinham sido patrocinados pelos meus pais.

— O patrãozinho quer ir comigo?

— Só se você parar de me chamar de patrãozinho! E também preciso perguntar à minha mãe se está tudo bem. Aliás, isso é mesmo um convite?

— Se não é patrãozinho, é o quê, então? — provocou ele. — E sim, é um convite!

— Pode me chamar só de PH.

— Está bom, então, patrãozinho PH!

E caiu na gargalhada.

Entrei em casa ainda rindo e encontrei minha mãe conversando com Conceição, esposa do Sebastião, e com Marcela, filha do casal. Marcela tinha 23 anos e era uma moça muito bonita.

Cumprimentei todo mundo e fui direto ao assunto:

— Mãe, posso ir à cidade hoje à noite com o Carlos?

Ela respondeu com um sorriso simpático:

— Claro, meu amor! Se você vai com o Carlos, tudo bem. Sei que ele vai cuidar direitinho de você.

— Eu não preciso que ninguém cuide de mim! Ou você esqueceu que já sou homem?

Disse isso com a maior convicção do mundo e segui para o quarto, satisfeito por ter conseguido a autorização.

Tomei banho, deitei um pouco e fiquei lendo as mensagens do WhatsApp. De repente, ouvi um barulho vindo de baixo e desci as escadas correndo.

Para minha surpresa, encontrei meus avós e meu tio, acompanhado da noiva. Caracas! Em questão de minutos, a casa estava cheia!

Uns vinte minutos depois, minha mãe veio conversar comigo.

— Filho, você se importa de dormir no quarto do Carlos? Apesar de esta casa ser enorme, com seis quartos, ainda assim faltou espaço para todo mundo.

Antes que eu respondesse, Conceição entrou na conversa:

— Não tem problema! O Carlos pode dormir no quarto da Marcela. Eles são irmãos, afinal.

Minha mãe pensou um pouco e respondeu:

— Mas talvez seja mais fácil o Paulinho dormir no quarto do Carlos. Afinal, os dois são homens.

Confesso que gostei de ouvir aquilo. Minha mãe havia acabado de me tratar como um homem, não como um garoto. Para alguém que vivia tentando provar que já tinha crescido, aquilo era quase uma vitória pessoal.

— Tudo bem, mãe. Por mim, sem problemas.

Conceição se prontificou a pedir ao Sebastião que providenciasse mais uma cama no quarto do filho.

Às oito da noite, o jantar foi servido. Minha mãe fez questão de convidar Conceição, Sebastião, Carlos e Marcela para se sentarem à mesa conosco. Eles ficaram um pouco constrangidos, mas acabaram aceitando.

O jantar foi agradável, com conversas, risadas e histórias de família. A casa estava animada, e eu me sentia muito bem naquele ambiente.

Por volta das nove da noite, Carlos se levantou.

— Vocês podem me dar licença? Preciso sair. A propósito, patrãozinho, vai comigo ou desistiu?

— Já falei para não me chamar de patrãozinho!

Na mesma hora, algumas pessoas fizeram aquela expressão de quem estava segurando o riso. Encarei todos com seriedade, e ninguém teve coragem de continuar a brincadeira.

Terminei de me arrumar: calça jeans preta, camisa polo preta e tênis preto também. Para variar, tudo preto!

Quando desci, Carlos já estava me esperando.

Foi então que Sebastião avisou:

— O carro está desmontado. A gente desmontou para fazer uns reparos, mas não conseguimos terminar.

Meu tio, que não pretendia sair naquela noite, resolveu o problema:

— Peguem minha Ranger. Não vou precisar dela hoje.

Agradecemos e partimos.

A cidade ficava a uns vinte minutos da chácara. Durante o caminho, conversamos sobre vários assuntos, até que Carlos perguntou:

— E aí, já tem namorada?

— Tinha. Terminamos esta semana.

Ele pediu desculpas por tocar no assunto, mas respondi que estava tudo bem.

— E você? — perguntei.

— Tenho. Vou ficar noivo este mês, no Natal.

— Ah, legal!

Depois de alguns minutos, ele perguntou:

— Podemos passar na casa dela antes de encontrar o pessoal? Marcamos às dez e meia, e ainda são quinze para as dez.

Concordei.

Chegamos à casa da namorada dele às nove e cinquenta. Ela nos recebeu com um sorriso bonito e, assim que me viu, comentou:

— Que cara! Paulo, você está lindo!

Fiquei surpreso.

— Você me conhece?

Ela caiu na risada.

— Mas é claro! O chefe do meu amor também é meu chefe!

— Sou só filho do chefe! — respondi.

Rimos juntos e entramos.

Ela me apresentou aos pais e aos irmãos. Depois, foi conversar a sós com Carlos, enquanto a família me fazia companhia. Eram pessoas muito educadas, simpáticas e agradáveis. O tempo passou rapidamente, e me senti acolhido por todos.

Às dez e quarenta, Carlos reapareceu acompanhado da namorada, Felipa.

— Vamos, PH?

Olhei para ela, imaginando que também iria conosco.

— Você não vem?

Felipa fez uma careta divertida.

— Deus me livre! Isso vai ser papo de homens, bichos e mato. O que você espera de uma turma de formandos em Agronomia? Mas, para você, vai ser bacana!

Despedimo-nos e seguimos para o encontro.

O encontro com o pessoal da faculdade

A reunião, que os rapazes chamavam de friends meeting, estava bastante animada. Todo mundo ria, falava alto, bebia e conversava sobre os planos para depois da formatura.

Carlos ficou por perto no começo, provavelmente preocupado em me deixar à vontade. Mas logo percebeu que eu estava me enturmando muito bem.

Conversei com várias pessoas, ouvi histórias engraçadas da faculdade e descobri que alguns daqueles rapazes tinham aventuras universitárias dignas de virar livro.

O tempo voou.

Quando percebemos, já eram três da manhã. O pessoal começou a se despedir, e Carlos, que havia bebido durante a noite, virou-se para mim com uma expressão preocupada.

— PH, não tenho condições de dirigir.

— Sem problema. Eu dirijo.

Ele me olhou com certa surpresa.

— Você sabe dirigir?

— Claro! Já sou maior de idade. E, convenhamos, não é nada prudente você pegar o volante nesse estado.

Ajudei-o a entrar no carro, assumi a direção e seguimos de volta para a chácara.

Chegamos por volta das três e meia. A casa estava silenciosa, e todos dormiam.

Fomos direto para o quarto, arranquei a roupa dele e coloquei ele debaixo do chuveiro, dei banho nele e depois ajudei ele se secar e deitei-o na cama, então fui tomar banho e quando saio do banho e ele estava deitado e pau duro, acho que ereção involuntária, uma pica de uns 15 cm e não muito grossa, vesti uma cueca nele, e também coloquei uma cueca em mim e fui dormir.

Eu estava exausto. O dia havia sido longo, e a noite, cheia de novidades.

Mal me deitei e apaguei.

Uma madrugada inesperada

Em algum momento da madrugada, acordei assustado com a proximidade de Carlos. Por alguns segundos, fiquei sem entender direito o que estava acontecendo.

— Cara, você está louco? — Perguntei, ainda tentando despertar por completo.

Ele parecia querer conversar comigo sobre sentimentos e desejos que nunca havíamos discutido antes. Aquela situação me pegou completamente desprevenido.

Relaxa patrãozinho quero que tu faças comigo tudo que faço como minha namorada, fiquei com medo, pois nenhum macho nunca havia tocado no meu pau antes, mais a boca dele em contato com minha rola estava demais e foi aí que ele diz: caralho patrãozinho, es baixinho, magrinho, porém tem uma pica grande e grossa da porra, 19cm, Carlos me mamava e se punhetava.

Carlos, tu estavas bêbedo e quase desmaiado!

Então tu me deu banho frio e me despertou e aí fiquei com um tesão da porra, agora quero leite, sou macho mas quero ser puto do meu patrãozinho, me chupava da cabeça do meu pau até os culhões, colocava minhas bolas na boca, beijava minha barriga e puxava meus pentelhos com os dentes, pois como todo adolescentes não gostam de aparar os pentelhos, querem mostrar que são homens e comigo também não era diferente, tenho os pentelhos ruivos assim como os demais pelos do corpos e cabelos também, de repente ele começa a beijar minhas cochas magras e eu delirava aí ele levanta minhas pernas e foi beijando até chegar no meu reguinho e beija meu cu, não curti não, mas ele foi beijando e lambendo quando percebo tava delirando e quase gozei, aí eu levanto ele, joguei ele na cama de barriga pra cima e comecei foder sua boca, empurrando minha pica até a garganta dele, e ele engasga mas consegue engolir tudo, coloquei ele de bruços e meto a língua na bunda dele, estava com cheirinho bom pois eu havia dando banho nele, deixei seu rabo todo babado e comecei a esfregar a cabeça vermelhinha do meu pau em seu cuzinho rosado e com poucos pelinhos já todos molhados da minha baba, nessa hora meu pau estava trincando de tão duro e vejo que o dele também, comecei esfregar na portinha do cuzinho dele, não queria meter não, pois aquela brincadeira estava uma delícia, aí fui forçando meu pau em sua entradinha e ele dava uns gemidos baixinhos de tesão, então eu não aguentei e gozei na bunda dele, o primeiro jato foi tão forte que mesmo so esfregando acho que a porra entrou no seu cuzinho, e depois mais quatro jatos, minha rola amoleceu e ele veio e começou a chupar novamente deixou ele limpinha, logo minha pica ficou novamente durona, que delicia de boca ele chupava e dizia que amava buceta, porém chupar meu pau era muito melhor que chupar buceta, ele deitou na cama novamente de bruços e pediu pra esfregar novamente meu pau em seu cuzinho, obedeci, ele rebolava como um vadio.

Ver aquele macho marrento se transformando em um puto tendo seu rabo massageado por minha pica, nessa hora não aguentei e meti a rola no cuzinho dele, entrou a cabecinha, ele tentou gritar, coloquei a mão na boca dele e meti até a metade, foi quando ele mordeu minha mão e começou a chorar aí eu não aguentei, pedi desculpas e disse que iria tirar, ele disse tira não por favos mete tudo, soquei de uma vez e ele ficou sem folego, comecei beijar o pescoço dele e lamber suas orelhas, que tesão da porra, e comecei um vai e vem devagar e depois acelerei, sentia meus pentelhos e sacos baterem na bunda dele, ploft, ploft, ploft, que barulhos lindo parecia até música de natal....

Virei-o de frente e coloquei ele na posição de frango assado e foi nessa hora que percebi, que eu um moleque ruivinho e magrelo de 18 anos acabara de fazer com um macho forte e bonitão de 25 anos, aquele cuzinho lindo e piscando pra mim, encostei a cabeça da pica sem dizer uma palavra fui enterrando tudo de novo ele tinha tipo espasmos de tanto tesão, bombava no vaivém alucinante, eu nunca tinha sentido nada igual e ele dizia me fode patrãozinho, quero leite nessa hora vi que ele se torcia todo, e pra lhe fazer um mimo comecei a bater uma punheta nele, ele se erguei um pouco e me deu um Celinho, não hesitei, e ele tacou um beijo de língua e se tremeu todo, percebi o pau dele inchar na minha mão, ele anunciou que iria gozar, dizendo eu vou gozar e mandou um litro de porra melecando todo corpo dele e meu também eu bombando aquele cu de macho, que além de ser macho hetero e alfa, também era virgem, não aguento mais, vou gooozarrrrrrrrrr, e foi aí que me surpreendi quando ele me puxa arrancando meu pau de dentro dele e diz goza na minha boca patrãozinho, eu urros que parecia um touro, ele coloca as mãos dele na minha boca pra abafar os meus urros, derramei meu leite na boca dele e ele engole tudo..... ficamos deitados por um tempo e depois ele levanta e foi tomar outro banho, em seguida eu com vergonha fui também e pedi desculpa e ele responde, você é meu príncipe e isso foi magico sou MACHO e vou continuar a foder a Felipa e outras bucetas, mas pau eu so quero o do meu patrãozinho...... fiquei sem graça mesmo assim ele me puxou me deu um beijo na testa, me ensaboou e depois do banho me secou, dormimos em camas separadas.

A manhã — ou melhor, a tarde seguinte

Quando acordei, levei alguns segundos para reconhecer o quarto. Olhei para o relógio e quase caí da cama: eram duas da tarde!

Carlos já estava acordado e parecia perfeitamente disposto.

— Vai almoçar, patrãozinho! — disse ele, com aquele sorriso provocador de sempre.

Depois, corrigiu a si mesmo:

— Quer dizer, PH!

Olhei para ele, esperando alguma referência à madrugada. Uma brincadeira, uma provocação ou até uma conversa séria.

Mas nada disso aconteceu.

Ele simplesmente continuou:

— Mais tarde, vamos andar a cavalo?

— Vamos! — respondi, tentando agir com naturalidade.

Levantei, fui almoçar e, pouco depois, encontrei Carlos no estábulo, preparando os cavalos.

— Pensei que o patrãozinho fosse dormir até amanhã! — provocou.

— Vai começar de novo, Carlos? Já falei que é PH!

— Está bom, patrãozinho PH!

E lá veio outra gargalhada.

Montamos e seguimos por uma trilha que conhecíamos bem. O passeio foi tranquilo, entre brincadeiras e conversas. Por alguns instantes, pensei na madrugada anterior, mas Carlos não tocou no assunto.

Na volta, enquanto cuidávamos dos animais, ele se aproximou e perguntou:

— Está tudo bem entre nós, PH?

Olhei para ele e respondi:

— Claro! Só não esperava certas surpresas quando vim passar o fim de semana aqui.

Carlos sorriu, meio sem jeito.

— Nem eu esperava que a gente fosse conversar sobre isso. Mas não quero que fique estranho entre nós.

— Então estamos combinados. Continuamos amigos, sem drama e sem cobranças.

Ele estendeu a mão, mas, em vez de apertá-la, dei-lhe um abraço rápido.

— Pronto! Agora vai trabalhar, seu agrônomo!

— Sim, senhor, patrãozinho!

E lá veio outra gargalhada.

Naquela tarde, tudo voltou à rotina da chácara. Minha mãe continuava concentrada no livro, a família aproveitava o campo e Carlos e eu seguimos com nossas provocações de sempre.

Só que, de vez em quando, trocávamos um olhar cúmplice, daqueles que dispensam explicações.

E eu, que tinha ido para a chácara querendo esquecer um namoro terminado, percebi que aquele fim de semana ainda renderia boas lembranças.

No fim das contas, aquele fim de semana ficou guardado na minha memória por vários motivos: a reunião inesperada da família, o encontro com os amigos de Carlos, as conversas na estrada e, principalmente, a experiência surpreendente que dividimos naquela madrugada.

Eu tinha ido para a chácara querendo descansar e colocar a cabeça no lugar.

Acabei voltando para casa com uma história que nunca imaginei viver.

Às vezes, penso que foi justamente isso que tornou aquele fim de semana tão inesquecível.

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