✒ Escrito por humanoTabu · 11 minConto #91

Com o cara do Lava-Rápido

por Apolo98

héteroanalcoroa

Meu nome é Victor, tenho 23 anos, 1,75 m, 72 kg, sou branco, magro, malhado, de cabeça raspada e olhos cor de mel. Estudo Engenharia Civil e moro apenas com meu pai, que é advogado e vive viajando a trabalho. Como ele estava fora naquele fim de semana, eu tinha a casa só para mim.

Era sábado de manhã quando levei meu carro ao lava-rápido de costume. Geralmente, quem trabalhava lá era uma garotada, mas, naquele dia, havia um sujeito diferente: Carlos, uns 45 anos, moreno-claro, magro, com aproximadamente 1,70 m. Deixei o carro e combinei de buscá-lo no fim da tarde.

Depois de cortar o cabelo, melhor dizendo, raspar, fazer umas compras e almoçar, voltei por volta das 15h30. Carlos estava terminando o serviço e dispensou o último funcionário. Quando fui pagar, meu aplicativo do banco não funcionou e eu estava sem cartão.

— Vou ter que procurar um caixa eletrônico — reclamei.

— Estou fechando a oficina. Será que você pode me dar uma carona? Só vou tomar um banho rapidinho.

— Tranquilo, chefe!

Quinze minutos depois, ele apareceu de cabelo molhado, roupa despojada e um perfume gostoso. Fechamos a oficina e fomos até um shopping. No caminho, contou que era casado, tinha dois filhos adultos e estava brigado com a mulher, que havia encontrado mensagens comprometedoras no celular dele.

— Imagina se ela descobre que transei com aquela garota! — comentou.

— Carlos, você gosta de brincar com fogo, hein?

Percebendo que estava meio para baixo, convidei-o para tomar uma cerveja. Acabamos bebendo várias rodadas, conversando sobre futebol, família e relacionamentos. Descobri que ele também torcia pelo Flamengo e que tinha uma família grande.

A conversa acabou chegando ao sexo. Entre histórias e provocações, Carlos perguntou se eu já havia ficado com outro homem.

— Tá maluco? Nunca! Isso é coisa de veado!

— Calma, doutor! Só perguntei. Eu também nunca, mas confesso que tenho curiosidade.

— Olha para mim não hein! Não vou dar o cu nem comer o seu!

Ele caiu na gargalhada.

— Relaxa, homem! Você é muito marrento!

Pagamos a conta e voltamos à oficina, porque Carlos não queria ir para casa naquela noite. Disse que na geladeira tinha cerveja e me ofereceu mais uma, e aceitei, prometendo que seria a última. Quando percebemos, já passava da uma da manhã.

— Você não tem condições de dirigir. Fica aqui e vai embora amanhã — sugeriu.

Aceitei. Tomei banho, e Carlos me mostrou um quarto com cama de casal. Ele também tomou uma ducha e se preparou para dormir.

— Vou jogar um edredom no chão — disse.

— No chão, uma ova! A cama é grande. Deita aí, mas fica do seu lado. E já vou te avisando que não curto homem! Se tentar alguma gracinha, te quebro na porrada.

— Pode deixar, engenheiro! — respondeu, rindo.

Deitados, continuamos conversando e fazendo piadas. O assunto voltou ao sexo, e a brincadeira foi ficando mais atrevida. Entre olhares demorados e provocações, Carlos se aproximou e perguntou:

— Victor, vou te fazer uma pergunta, mas não fica marrento, hein? Promete que não vai se ofender?

— Olha aqui, ô, seu velho abusado! Já começou errado! Desembucha logo antes que eu te mande tomar no cu!

Carlos caiu na gargalhada.

— Caralho, moleque malcriado! Só queria saber se tu nunca tiveste curiosidade de experimentar umas coisas diferentes com outro homem.

**********Fingi indignação, arregalando os olhos.

— COMO É QUE É, CARLOS?! Tá pensando que eu sou o quê, seu tarado? Eu aqui, confiando na sua hospitalidade, e tu querendo corromper um pobre estudante de Engenharia?!

Carlos quase caiu da cama de tanto rir.

— Inocência é a cabeça do meu pau, Victor!

— Vai se foder! E fica sabendo que meu advogado vai entrar em contato contigo!

Ele enxugou as lágrimas de tanto rir e provocou:

— Mas teu advogado não é teu pai? Vai contar para ele que o dono do lava-rápido tentou te seduzir?

— Carlos, cala essa boca, porra! Tu és muito abusado, velho!

Ele se aproximou, com aquele sorriso safado.

— Tá bom, doutor. Não pergunto mais nada. Só não precisa ficar tão nervosinho…

— Nervosinho é o caralho! Estou profundamente ofendido!

— Claro… Profundamente ofendido, mas ainda não saiu da minha cama!

Joguei um travesseiro na cara dele, e nós dois começamos a rir como dois moleques.

— Me levantei para mijar.

Assim que ouviu o barulho do jato, Carlos caiu na gargalhada:

Caralho, Victor! Que mijada forte da porra!

Vai se foder, Carlos! Com tanta cerveja que a gente tomou, você queria o quê? Uma torneirinha?

Ele riu ainda mais, levantou para ir ao banheiro e, quando voltou, deitou-se novamente, dessa vez com a cabeça ao lado da minha.

Comecei a coçar o saco, e ele diz que vai para o chão porque estou com pulgas. Respondi que é melhor mesmo, pois estou de pau duro e posso acabar fodendo o cuzinho dele — afinal, cu de bêbado não tem dono.

Carlos diz que quer ver se estou duro mesmo, coloca a mão no meu pau e comenta:

— Aí, o cara tá de pau duro mesmo!

Rimos, mas ele continua com a mão lá. Então digo:

— Já que pegou, bate uma pra mim!

Ele me olha, surpreso e pergunta:

— É sério?

Ele começa a me punhetar por cima da cueca e diz: “Caralho, teu pau é enorme!” “Já que tá fazendo, faz direito!”, digo. Ele tira minha cueca e começa a lamber a cabeça do meu pau, descendo até o saco e me deixando louco. Aí falo: “Mete logo na boca, vai!”

Ele começa a me chupar de forma alucinante, e isso também estava me deixando alucinado. Chupava meu pau, lambia meu saco, alisava meus pentelhos, beijava minhas coxas e levantou minhas pernas, me colocando na posição de frango. Então, comecou a beijar meu cu.

“Caralho, cara, que tu tá fazendo?”

Ele pede desculpas e diz: “Calma, filhão! É só minha língua. Nunca fiz isso, mas vejo nos filmes. Se não quiser, é só falar que eu paro.”

“Parar uma porra! Já que estamos na chuva, agora é nos molhar!”

Ele fazia uma sequência de chupadas: pau, saco, cu, umbigo, mamilos, pescoço e orelhas. De repente, sinto o calor de sua boca perto da minha, e ele pergunta:

— Posso te dar um selinho?

Era estranho estar na cama com outro homem, mas, naquela hora, o tesão já havia me invadido. Respondi: pode, sim, e quando ele me dá um selinho, mordo sua boca e tasco a língua dentro daquela boca até então estranha, mas que agora eu queria explorar com a minha língua.

Peguei no seu pau e tomei um susto: o cacete dele tinha uns 23 cm e era muito grosso, e eu que achava o meu grande com 21 cm.

— Caralho, Carlos! — digo. — Isso é uma pica ou um toco de beisebol?

Ele ri e se concentra na mamada.

Nos colocamos na posição de 69 e começamos uma mamada simultânea. Mamei aquele caralho, que não entrava direito na minha boca e de que também não curti muito. Porém, me deliciei lambendo aquele cu, explorando com a língua o cuzinho de um macho que tinha idade para ser meu pai, pois eu era mais novo que seus filhos.

Ficamos naquela chupação por uns 15 minutos. Ele mudou de posição, beijou e mordeu meus mamilos, acariciou meu peito peludo, puxando os pelos com os dentes, depois subiu e me deu um beijo. Beijei seu pescoço e disse bem baixinho em seu ouvido:

— Deixa eu te foder.

— Estava esperando que tu me pedisses, porém só tem uma condição!

— Qual? — perguntei.

— Também quero te comer!

— Nem a pau! Esquece tudo!

Levantei, vesti minha cueca e procurei meu short. Ele se levantou, me beijou e disse no meu ouvido:

— Pode me comer, mas vai devagar. Mesmo com 45 anos, nunca dei o cu.

Joguei-o na cama, tirei minha cueca e ordenei:

— Empina essa bunda o máximo que conseguir!

Ele se empinou de um jeito que poucas garotas conseguiam igualar, acho que devido ao tesão. Naquela hora, dei uma cusparada naquele cu, posicionei a cabeça do meu cacete, que parecia um cogumelo, e fui forçando. Ele gemia e rebolava, mas não entrava. Meu pau estava babando muito de pré-gozo, o que ajudou na lubrificação. Mesmo assim, foram uns dez minutos até a cabeça entrar. Fez um flopt, ele deu um grito e se jogou na cama. Com o movimento, caí automaticamente por cima dele e, nessa manobra, entrou mais da metade.

Ele começou a gemer e a chorar baixinho.

— Quer que eu pare?

— Tá louco? É tudo o que eu queria! Quero mais é me fartar!

Comecei a bombar, bombar, flopt, flopt, flopt! Bom demais aquele cu de um quarentão virgem! Mudei de posição, deitei de barriga para cima e disse: “Senta em cima e cavalga!”, o que ele fez imediatamente. Ele fazia o sobe e desce com maestria, como se já fizesse aquilo há muito tempo. Coloquei-o de ladinho e fui deslizando minha rola naquele cuzinho lindo. Lambia seu pescoço, mordia suas orelhas, e ele pedia para eu meter mais rápido e com mais força.

Daí, coloquei-o na posição de frango e vi aquele cu aberto para mim. Meti a rola novamente, olhei para ele e percebi que estava chorando. Perguntei se estava machucando, e ele respondeu: “Não, meu engenheiro, é tesão e prazer! Não para, me faz gozar!”

Ouvindo aquilo, acelerei as metidas, tirei tudo e coloquei novamente. Ele cravou as mãos nas minhas costas, tremeu todo e soltou vários jatos. Gozei junto com ele, derramando meu leite dentro daquele cu. Ficamos abraçados até meu pau amolecer, enquanto minha porra escorria por suas pernas.

Depois, olhei para o cu dele e vi o estrago que minha rola havia feito: estava todo esfolado e tinha sangrado. Perguntei se estava doendo, e ele disse que sim, mas que o prazer havia sido muito maior que a dor. Tomamos banho juntos, ocasião em que ele me chupou novamente e, dessa vez, gozei na boca dele. Depois, dormimos abraçados.

Pela manhã, quando acordei, estava com uma ressaca da porra! Resolvi fingir que nada havia acontecido, mas Carlos já tinha levantado, ido à padaria e preparado o café. Sentou-se ao meu lado, agradeceu pela companhia, deu-me um beijo e disse:

— Caralho, Victor! Nem quando fiz meus dois filhos senti tanto prazer!

Aquilo me pegou de surpresa, e logo o clima esquentou novamente. Acabamos passando o domingo juntos, retomando aquela intimidade inesperada, entre beijos, provocações e muita cumplicidade.

No fim da tarde, lembrei que ainda não havia sacado o dinheiro para pagar a lavagem do carro. Avisei que iria ao caixa eletrônico e voltaria para acertar a conta.

Carlos sorriu, malandramente e disse:

— Deixa para pagar na próxima lavagem. Assim, tenho a garantia de que você vai voltar! Mas, da próxima vez, quero que você me deixe experimentar também!

Olhei para ele, fingindo indignação:

— Se não quer que eu volte, é só falar!

Ele caiu na risada e respondeu:

— Se você voltar para me comer, já está de bom tamanho!

Nós nos despedimos com um abraço daqueles amigos machos, cheio de cumplicidade e com a promessa silenciosa de que aquela história ainda teria novos capítulos.

Espero que gostem, gozem e comentem!

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